Your address will show here +12 34 56 78
Mobilidade, Porto

O período experimental gratuito do metroBus, sistema de transporte que liga a zona da Casa da Música à Praça do Império, vai ser prolongado até ao próximo dia 19 de abril, com o arranque da operação comercial regular agendado para 20 de abril.

 

A decisão foi anunciada pela Metro do Porto, em articulação com a STCP, a Câmara Municipal do Porto e o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

 

 

Período gratuito permite otimizar o serviço

 

Durante as próximas semanas, o prolongamento do regime gratuito permitirá continuar a afinar vários sistemas essenciais ao funcionamento do metroBus. Entre as melhorias em curso estão os sistemas de informação ao público, como os tempos de espera em tempo real, avisos sonoros nas estações e informação disponibilizada a bordo dos veículos.

 

O objetivo passa por garantir que, no início da operação comercial, o serviço esteja totalmente funcional e com todas as ferramentas ativas para uma experiência mais eficiente e intuitiva para os utilizadores.

 

 

Procura elevada e níveis de satisfação positivos

 

Desde o arranque da fase experimental, a 28 de fevereiro, o metroBus tem registado uma adesão significativa por parte da população. Em média, são realizadas mais de seis mil viagens diárias nesta ligação entre a Casa da Música e a Praça do Império.

 

Os indicadores de satisfação também revelam resultados bastante positivos. Com base em mais de três mil inquéritos realizados junto dos passageiros, o serviço obteve uma classificação média de 8,7 em 10.

 

Em termos operacionais, o tempo médio de viagem situa-se nos 12 minutos e meio, um valor competitivo que reforça a atratividade do transporte público face ao automóvel.

 

 

Uma alternativa sustentável na mobilidade urbana

 

O metroBus, baseado num sistema de Bus Rapid Transit (BRT), utiliza veículos a hidrogénio e percorre as avenidas da Boavista e Marechal Gomes da Costa, combinando troços com via dedicada e outros em partilha com o trânsito rodoviário.

 

Este novo modelo de mobilidade tem contribuído para a redução do uso do transporte individual naquela zona da cidade, promovendo uma alternativa mais sustentável e eficiente.

 

 

Expansão prevista e investimento estratégico

 

Para já, o serviço funciona apenas entre a Casa da Música e a Praça do Império, ficando ainda por concluir a extensão até à zona da Anémona, em Matosinhos, atualmente em fase de obra.

 

O projeto global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros e integra uma estratégia mais ampla de transformação da mobilidade urbana na Área Metropolitana do Porto.

 

De acordo com as previsões, a linha poderá atingir um potencial de 7,4 milhões de passageiros anuais até 2027, consolidando-se como um dos principais eixos de transporte da cidade.

 

 

📷 Metro do Porto

0

Economia, Mobilidade, Porto, Top

Entrou hoje em funcionamento o novo sistema de transporte público metroBus, que passa a ligar a Casa da Música, na Avenida da Boavista, à Praça do Império, numa extensão de cerca de quatro quilómetros.

 

Numa fase inicial de arranque, e até ao final do mês de março, o serviço será gratuito, permitindo à população experimentar este novo meio de transporte e adaptar-se ao seu funcionamento antes do início oficial da operação comercial, marcado para 1 de abril.

 

 

Frequência e horários adaptados à procura

 

O metroBus apresenta uma operação ajustada aos períodos de maior movimento da cidade. Durante as horas de ponta — entre as 07h00 e as 10h00 e das 17h00 às 20h00 — os veículos circulam com uma frequência de 10 minutos.

 

Fora destes períodos, incluindo fins de semana e feriados, o intervalo entre viagens é de 15 minutos. Nesta fase inicial, o serviço funciona diariamente entre as 06h30 e as 22h00.

 

 

Sete estações ao longo da Boavista

 

O percurso do metroBus serve as principais artérias da zona ocidental da cidade, nomeadamente a Avenida da Boavista e a Avenida Marechal Gomes da Costa, integrando um total de sete estações:

 

  • Casa da Música

  • Guerra Junqueiro

  • Bessa

  • Pinheiro Manso

  • Serralves

  • João de Barros

  • Império

 

Esta nova ligação vem reforçar a mobilidade numa das zonas mais movimentadas do Porto, facilitando o acesso a pontos estratégicos da cidade.

 

 

Mobilidade mais rápida e sustentável

 

Para além da componente ambiental, um dos principais objetivos do metroBus passa por reduzir os tempos de viagem e melhorar a fluidez do transporte público.

 

Parte do trajeto conta com canal exclusivo, permitindo uma circulação mais eficiente. No entanto, em algumas zonas, como na Avenida Marechal Gomes da Costa, os veículos partilham a via com o trânsito automóvel.

 

Segundo o Diretor das Operações do Metro, o sistema será apoiado por uma gestão semafórica inteligente, que permitirá “garantir uma circulação eficaz, tanto para o transporte público como para o trânsito rodoviário”.

 

 

Projeto financiado e expansão já em curso

 

Numa fase inicial, os veículos serão abastecidos num posto provisório em São Roque da Lameira, no Porto.

 

O projeto do metroBus não se ficará por esta primeira ligação. Está já prevista uma segunda fase, que irá estender o percurso entre a Casa da Música e a Anémona, em Matosinhos, com conclusão apontada para agosto.

 

A implementação global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pelo Fundo Ambiental e pelo Orçamento do Estado.

 

 

Um novo capítulo na mobilidade do Porto

 

Com o arranque do metroBus, o Porto dá mais um passo na modernização da sua rede de transportes, apostando em soluções mais sustentáveis, eficientes e adaptadas às necessidades urbanas.


A fase gratuita permitirá testar o sistema em contexto real, preparando o caminho para uma integração plena na rotina dos portuenses já a partir de abril.

 

 

📷 República Portuguesa

0

Mobilidade, Porto

A Metro do Porto segue firme na modernização da sua rede e dos serviços prestados aos passageiros. Depois das grandes expansões de linhas em curso, a empresa volta a apostar na renovação tecnológica, com novos validadores e máquinas de bilhética que prometem uma experiência de viagem mais prática, acessível e eficiente.

 

 

Um investimento de 5 milhões para modernizar a experiência dos passageiros

 

De acordo com o Jornal de Notícias, a Metro do Porto está a investir 5 milhões de euros nesta operação, que será concretizada de forma faseada até ao final de 2025.
O objetivo é claro: melhorar a fiabilidade, a acessibilidade e a rapidez dos sistemas de bilhética — elementos essenciais para quem utiliza diariamente o metro.

 

Segundo os dados avançados, já foram instalados 227 novos validadores em 25 estações diferentes. Entre elas encontram-se algumas das mais movimentadas da rede, como Santo Ovídio, Trindade, Aeroporto, Campanhã, Casa da Música, S. Bento, Bolhão, Campo 24 de Agosto, Sete Bicas, João de Deus, Jardim do Morro, Marquês, Senhora da Hora, Heroísmo, D. João II, Faria Guimarães, Aliados, General Torres, Hospital S. João, Estádio do Dragão, Combatentes, Salgueiros, Manuel Leão, Hospital Santos Silva e Vila d’Este.

 

 

Novos validadores: tecnologia e simplicidade ao serviço do utilizador

 

Os novos equipamentos mantêm a mesma função dos antigos validadores, mas apresentam melhorias significativas no design e na funcionalidade. Entre as principais novidades estão:

 

  • Ecrã de maiores dimensões, que facilita a leitura e a navegação;

 

  • Duas faixas LED laterais, que indicam visualmente o sucesso (ou erro) da validação do título de transporte;

 

  • Maior rapidez na leitura dos cartões Andante, reduzindo o tempo de espera nas entradas e saídas das estações.

 

 

De acordo com uma fonte oficial da Metro do Porto, os novos dispositivos “têm registado um desempenho muito positivo, sem registo de anomalias”, o que confirma a eficiência e a estabilidade do sistema.

 

 

Máquinas de venda renovadas e mais acessíveis

 

Paralelamente à instalação dos novos validadores, a empresa adquiriu 159 novas máquinas de bilhética automática. Destas, 73 serão destinadas às novas estações que estão a ser construídas e 86 substituirão as antigas em estações já existentes.

 

As novas máquinas já estão operacionais em todas as estações da Linha Amarela (D) e também nas estações Aeroporto e Campanhã, dois dos pontos com maior fluxo de passageiros.

 

Um dos aspetos mais elogiados é a acessibilidade melhorada: o ecrã e os principais comandos estão agora a uma altura mais baixa, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida ou utilizadores em cadeira de rodas possam operar o equipamento sem dificuldade.

 

 

Mais funcionalidades e maior comodidade

 

As novas máquinas de venda automática não se limitam a modernizar a aparência — trazem funcionalidades avançadas que simplificam a vida dos utilizadores:

 

  • Aquisição de múltiplos títulos numa única operação;

 

  • Pagamentos contactless com cartões bancários ou dispositivos móveis;

 

  • Emissão de recibos eletrónicos, reduzindo o uso de papel e alinhando com práticas mais sustentáveis.

 

Segundo o mesmo jornal, a maior fatia do investimento — cerca de 4,4 milhões de euros — foi direcionada para estas máquinas, enquanto os restantes 530 mil euros correspondem ao custo dos novos validadores.

 

 

Aposta contínua na inovação e modernização

 

Com este projeto, a Metro do Porto reforça o seu compromisso com a inovação tecnológica, melhorando a experiência dos passageiros e preparando a rede para os desafios da mobilidade urbana do futuro.


A modernização dos validadores e das máquinas de bilhética soma-se a outras iniciativas recentes, como a expansão das linhas Rosa e Amarela, demonstrando uma visão integrada de crescimento, sustentabilidade e serviço público.

 

 

📷 Bárbara Sequeira Pinto by JPN

0

Mobilidade, Porto, Urbanismo

O Terminal Intermodal de Campanhã (TIC), localizado na zona oriental do Porto, alcançou um marco significativo na arquitetura e sustentabilidade urbana ao obter a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) nível Ouro, tornando-se o primeiro edifício público em Portugal a alcançar tal distinção.

 

 

Uma infraestrutura sustentável e funcional

 

Inaugurado a 20 de julho de 2022, o TIC foi concebido para integrar diversos modos de transporte — rodoviário, ferroviário e metro — num único espaço, facilitando a mobilidade urbana e intermodal. Com uma área bruta de construção de 24.000 metros quadrados, o terminal também incorpora uma cobertura verde de 4,6 hectares, a maior já implantada em um edifício público na cidade do Porto.

 

Além de sua funcionalidade, o TIC destaca-se pelo uso de tecnologias sustentáveis, como sistemas de gestão inteligente para otimização do uso de plataformas e cais de embarque, contribuindo para a redução da pegada de carbono da cidade.

 

 

Contribuição ambiental significativa

 

A certificação LEED Ouro foi atribuída ao TIC após rigorosa avaliação de critérios como eficiência energética, gestão da água, materiais sustentáveis e qualidade ambiental interna. Estima-se que o terminal contribua para a redução de aproximadamente 5,2 toneladas de CO₂ na atmosfera nos próximos cinco anos, alinhando-se aos objetivos do Pacto do Porto para o Clima, que visa alcançar a neutralidade carbónica até 2030.

 

 

Arquitetura e design inovadores

 

O projeto arquitetónico do TIC foi desenvolvido pelo gabinete Brandão Costa Arquitectos, que concebeu uma estrutura linear que integra harmoniosamente o terminal com o ambiente urbano circundante. A proposta arquitetónica enfatiza a sustentabilidade e a funcionalidade, criando um espaço que serve não apenas como um hub de transportes, mas também como um novo pulmão verde para a cidade.

 

 

Impacto na mobilidade urbana

 

Com a integração de múltiplos modos de transporte, o TIC facilita a mobilidade dos cidadãos e visitantes, promovendo o uso de transportes públicos e reduzindo a dependência do automóvel. A implementação de tecnologias de gestão inteligente e a otimização dos espaços de embarque contribuem para uma experiência mais eficiente e sustentável para os utilizadores.

 

 

Reconhecimento nacional e internacional

 

A obtenção da certificação LEED Ouro coloca o Terminal Intermodal de Campanhã como um exemplo de boas práticas em sustentabilidade e design urbano, não apenas em Portugal, mas também no cenário internacional. Este reconhecimento reforça o compromisso da cidade do Porto com a inovação, a mobilidade sustentável e a qualidade de vida urbana.

 

O TIC representa um passo significativo na transformação da cidade do Porto em um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, integrando eficiência energética, mobilidade inteligente e qualidade ambiental em um único projeto.

 

 

📷 Espaço de Arquitetura

0

Mobilidade, Património, Porto, Urbanismo, Vila Nova de Gaia

A futura ponte sobre o rio Douro, que irá ligar Porto e Vila Nova de Gaia no âmbito da nova Linha Rubi (H) do Metro do Porto, já tem nome oficial: Ponte D. Antónia Ferreira – Ferreirinha.

 

A escolha resultou de um processo de votação pública que mobilizou cidadãos e entidades, consagrando a homenagem a uma das figuras mais marcantes da história económica e social do Douro e do Vinho do Porto.

 

Dona Antónia Adelaide Ferreira, conhecida popularmente como Ferreirinha, passa assim a dar nome à nova travessia que unirá duas cidades historicamente ligadas ao vinho, ao rio e ao crescimento conjunto.

 

 

Uma homenagem a uma figura maior do Douro

 

Dona Antónia Adelaide Ferreira é uma das personalidades mais emblemáticas do século XIX em Portugal. Reconhecida pelo papel decisivo no desenvolvimento do setor vinícola duriense, destacou-se pela modernização da produção, expansão comercial e defesa dos interesses da região demarcada do Douro.

 

Num tempo dominado por estruturas masculinas, tornou-se símbolo de visão empresarial, liderança e resiliência, sendo ainda hoje uma referência histórica nacional.

 

Dar o seu nome à nova ponte representa também a valorização do legado feminino na história portuguesa. Mais do que uma designação, o nome projeta a nova ponte como símbolo entre passado e futuro.

 

Ligação estratégica entre Campo Alegre e Arrábida

 

A nova ponte fará a ligação entre a zona do Campo Alegre, no Porto, e a zona da Arrábida, em Gaia. Será uma infraestrutura essencial para a mobilidade metropolitana, permitindo a passagem da futura Linha Rubi do metro, criando uma ligação estratégica entre as duas cidades. As estações previstas incluem:

 

Em Gaia:
  • Santo Ovídio

  • Soares dos Reis

  • Devesas

  • Rotunda

  • Candal

  • Arrábida

 

No Porto:
  • Campo Alegre

  • Casa da Música

 

Este novo eixo deverá beneficiar milhares de passageiros por dia e reforçar a cobertura da rede metropolitana.

 

 

Investimento de centenas de milhões

 

O projeto global da Linha Rubi representa um investimento estimado em 435 milhões de euros, dos quais 299 milhões financiados através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

 

A construção deverá arrancar após os procedimentos finais e a conclusão está prevista para os próximos anos, constituindo uma das maiores obras públicas de mobilidade em curso na região.

 

 

Decisão com participação popular

 

O nome Ferreirinha foi escolhido através de votação pública promovida por várias entidades, envolvendo cidadãos na escolha de uma designação para a nova travessia.

 

A decisão final foi validada por uma comissão composta por personalidades ligadas ao conhecimento, património e mobilidade.

 

O anúncio oficial ocorreu durante as comemorações do aniversário do Jornal de Notícias.

 

 

Porto passa a ter mais uma ponte icónica

 

Conhecida mundialmente como cidade das pontes, a Invicta prepara-se para somar mais uma infraestrutura ao conjunto histórico de travessias sobre o Douro.

 

Quando abrir ao público, a Ponte Ferreirinha será utilizada diariamente por passageiros, peões e ciclistas, tornando-se parte da vida urbana contemporânea.

 

Com mobilidade sustentável, arquitetura moderna e forte carga simbólica, a nova travessia promete marcar uma nova era nas ligações entre as duas margens do Douro.

 

 

📷 Metro do Porto

0

Mobilidade, Património, Porto, Vila Nova de Gaia

A futura ponte sobre o rio Douro, que irá integrar a nova Linha Rubi do Metro do Porto, já entrou numa nova fase decisiva: a escolha do nome oficial. A partir desta quinta-feira, os cidadãos podem votar no nome da nova travessia que ligará Porto a Vila Nova de Gaia, através do portal participa.pt, num processo público que decorre até 5 de maio.

 

Em votação estão seis propostas finalistas, escolhidas por uma comissão de personalidades ligadas à história, cultura, engenharia e identidade da região.

 

A nova infraestrutura será uma das obras mais importantes da mobilidade metropolitana dos próximos anos, criando uma nova ligação entre as duas margens do Douro e servindo milhares de passageiros diariamente.

 

 

Uma ponte estratégica para o futuro da mobilidade

 

A nova travessia irá unir a zona do Campo Alegre, no Porto, à zona da Arrábida, em Gaia. Além do canal dedicado ao metro ligeiro, a ponte contará também com:

 

  • ciclovia

  • percurso pedonal

  • integração urbana entre as duas margens

  • nova ligação estratégica para transportes públicos

 

A estrutura será elemento central da futura Linha Rubi (Casa da Música – Santo Ovídio), uma das expansões mais relevantes da rede do Metro do Porto.

 

O projeto global tem financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e representa um investimento de centenas de milhões de euros.

 

Além da componente ferroviária, a nova travessia deverá contribuir para:

 

  • reduzir tráfego automóvel

  • aproximar zonas urbanas hoje menos conectadas

  • incentivar mobilidade suave

  • reforçar sustentabilidade metropolitana

 

 

Os seis nomes finalistas

 

Os cidadãos podem escolher entre seis designações possíveis:

 

Ponte da Boa Viagem: Evoca a tradição marítima e a histórica ligação das populações do Porto e Gaia ao mar e às viagens.

 

Ponte Douro: Uma escolha direta e simbólica, centrada no próprio rio que molda a identidade da região.

 

Ponte da Ferreirinha: Homenageia Dona Antónia Adelaide Ferreira, figura maior do vinho do Porto e uma das mulheres mais marcantes da história económica portuguesa.

 

Ponte da Boa Passagem: Recorda o antigo cruzeiro da Boa Passagem, ligado à travessia histórica entre margens.

 

Ponte da União: Representa a ligação secular entre Porto e Gaia e o espírito de cooperação entre as duas cidades.

 

Ponte Engenheiro Joaquim Sarmento: Distinção a um nome prestigiado da engenharia portuguesa, autor de várias obras emblemáticas da região.

 

 

Quem escolheu os finalistas

 

A comissão de seleção responsável pela escolha dos nomes foi composta por cinco personalidades:

 

  • Amândio Barros, historiador

  • Hélder Pacheco, historiador

  • Germano Silva, jornalista e investigador

  • Humberto Varum, engenheiro civil

  • Rui Veloso, músico

 

O objetivo foi reunir propostas com valor histórico, cultural e identitário para ambas as cidades.

 

 

Critérios exigentes para a escolha

 

As propostas tinham de respeitar pelo menos uma destas condições:

 

  • homenagear personalidades falecidas há mais de um ano e de reconhecido mérito

    ou

 

  • representar referências históricas, geográficas, económicas, sociais ou culturais ligadas ao Porto e Gaia.

 

O processo pretende garantir que o nome final tenha significado duradouro e ligação real ao território.

 

 

Nome vencedor será anunciado em junho

 

Após o encerramento da votação popular a 5 de maio, uma comissão final validará a escolha definitiva.

 

Essa comissão será composta por:

 

  • Ricardo Fonseca, ex-presidente da Metro do Porto

  • Fernando Sousa, coordenador do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade

  • Fernanda Ribeiro, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

 

O nome oficial será revelado no dia 2 de junho. Mais do que uma simples estrutura, esta será uma ponte com impacto urbano, económico e simbólico.

 

Como aconteceu com a Ponte Luís I, Ponte da Arrábida ou Ponte do Infante, o nome escolhido poderá atravessar gerações. Agora, a decisão passa também pelos cidadãos.

 

 

📷 Metro do Porto

0

Economia, Mobilidade, Porto, Urbanismo

O Porto viveu esta quarta-feira um dia histórico com a inauguração oficial do Terminal Intermodal de Campanhã (TIC), uma infraestrutura estratégica que promete transformar profundamente a mobilidade urbana e regional.

 

Após anos de espera, promessas adiadas e vários obstáculos, entrou finalmente em funcionamento o novo terminal rodoviário da cidade, pensado para integrar diferentes modos de transporte e reduzir a pressão automóvel no centro urbano.

 

Na cerimónia de inauguração, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, definiu o momento como “Um marco histórico para a reorganização de todo o sistema de transporte público do Porto e um passo crucial para a descarbonização da cidade.”

 

 

O lugar onde as linhas se encontram

 

Localizado em Campanhã, junto à histórica estação ferroviária, o TIC nasce como grande interface metropolitano e nacional, concentrando autocarros urbanos, interurbanos, internacionais, metro, comboio e táxis num único ponto.

 

Com esta nova infraestrutura, Campanhã reforça o seu papel como principal porta de entrada oriental da cidade e centro nevrálgico da mobilidade no Norte do país. O novo terminal permite ligação direta a:

 

  • Comboios urbanos, regionais e longo curso

  • Rede do Metro do Porto

  • Rede STCP

  • Operadores rodoviários privados

  • Táxis e TVDE

  • Estacionamento automóvel e bicicletas

 

 

Mais de 13 milhões de euros investidos

 

A obra representou um investimento municipal superior a 13,2 milhões de euros, contando com apoio financeiro europeu através do FEDER e financiamento público nacional e regional.

 

A gestão da empreitada esteve a cargo da empresa municipal GO Porto, enquanto a operação diária passou para a STCP Serviços.

 

 

Campanhã ganha também um grande pulmão verde

 

Um dos aspetos mais inovadores do projeto é a forte componente ambiental. Além da infraestrutura de transportes, nasceu sobre e em torno do edifício uma ampla zona verde, com mais de 4,6 hectares de área ajardinada.

 

Entre os principais números destacam-se:

 

  • 1.600 árvores plantadas

  • 50 mil m² de implantação total

  • 24 mil m² de construção

  • Maior cobertura verde alguma vez instalada num edifício público da cidade

 

O terminal integra assim mobilidade e sustentabilidade, funcionando também como novo parque urbano para Campanhã.

 

 

Até 120 mil passageiros por dia

 

O TIC foi desenhado para responder às necessidades presentes e futuras da cidade e da Área Metropolitana do Porto.

 

Capacidade estimada:

 

  • 8 cais de embarque e desembarque em rotação

  • Até 1.000 serviços diários

  • Até 120 mil passageiros por dia

  • Cerca de 43 milhões de utilizadores por ano

 

Foram ainda criados 55 postos de trabalho imediatos ligados à operação.

 

 

Menos trânsito e menos poluição no centro do Porto

 

A nova centralidade permitirá retirar circulação pesada de passageiros de várias zonas centrais da cidade, reduzindo congestionamento e emissões poluentes.

 

Segundo dados divulgados, o impacto ambiental poderá representar uma redução anual equivalente a 1.776 toneladas equivalentes de petróleo consumido.

 

Rui Moreira deixou um aviso claro “Desenganem-se aqueles que acham que a circulação de veículos pesados de passageiros no Porto vai continuar igual” e acrescentou que “Seremos implacáveis na regulação definitiva do transporte interurbano regional e internacional na cidade.”

 

 

Uma promessa antiga finalmente cumprida

 

A necessidade de um terminal intermodal em Campanhã remontava a 2003, quando o projeto foi inicialmente prometido pelo Estado.

 

Durante anos, o processo ficou bloqueado, só sendo desbloqueado após o chamado Acordo do Porto, assinado em 2015, no qual o Município assumiu a construção em troca da cedência dos terrenos.

 

Cronologia:

 

  • 2016 – Lançamento do concurso

  • 2017 – Apresentação do projeto vencedor, assinado por Nuno Brandão Costa

  • 2018 – Concurso da empreitada

  • 2019 – Início das obras

  • 2022 – Inauguração oficial

 

 

Rui Moreira destaca reabilitação da zona oriental

 

O autarca portuense aproveitou o momento para sublinhar a aposta estratégica na zona oriental da cidade. “Cumprimos um dos nossos maiores desígnios: reabilitar as politicamente esquecidas zona oriental e freguesia de Campanhã.”

 

Campanhã, durante décadas marcada por abandono e subaproveitamento urbano, ganha assim uma das mais importantes infraestruturas da cidade no século XXI.

 

 

Nova era para a mobilidade portuense

 

Com o TIC, o Porto reforça a sua visão de cidade moderna, integrada e sustentável, onde o transporte público assume papel central. A nova infraestrutura junta-se a outros polos estratégicos como:

 

  • Interface da Casa da Música

  • Futuro polo do Hospital de São João

  • Requalificação das Camélias

  • Investimentos da Metro do Porto e STCP

 

 

Campanhã transforma-se numa nova centralidade urbana

 

Mais do que um terminal, o TIC representa uma nova centralidade urbana. Ali onde durante anos existiram terrenos subutilizados, nasce agora uma porta moderna de entrada na cidade, um parque verde e uma plataforma de mobilidade preparada para o futuro.

O Porto esperou muitos anos, mas hoje, Campanhã entrou definitivamente no mapa das grandes transformações urbanas.

 

 

📷 Porto

0

Mobilidade, Porto

O Porto será uma das primeiras cidades portuguesas a testar autocarros 100% autónomos, um projeto inovador da STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, que arranca no outono de 2020.

 

A notícia foi confirmada pela Agência Nacional de Inovação (ANI), que revelou que a chegada destes veículos à cidade resulta da participação da STCP no projeto europeu FABULOS (Future Automated Bus Urban Level Operation Systems), coordenado pelo consórcio Forum Virium Helsinki, da Finlândia.

 

 

Tecnologia de ponta ao serviço da mobilidade urbana

 

Os novos autocarros autónomos são totalmente elétricos e controlados por sistemas inteligentes de navegação, capazes de detetar e contornar obstáculos, como viaturas estacionadas ou peões.


Numa fase inicial, os testes serão realizados na zona da Asprela, junto ao Hospital de São João e ao Pólo Universitário, um dos eixos de maior movimento da cidade.

 

De acordo com a ANI, o objetivo do projeto é “encontrar soluções inovadoras para o fornecimento e gestão de transportes públicos automatizados”, promovendo a eficiência, segurança e sustentabilidade da mobilidade urbana.

 

 

Um projeto europeu de inovação e sustentabilidade

 

O FABULOS é financiado em cerca de sete milhões de euros pelo programa europeu Horizonte 2020, e encontra-se na fase final de implementação. A iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento sustentável do transporte público, reduzindo emissões e melhorando a integração tecnológica nas cidades europeias.

 

Apesar de dispensarem condutor, os autocarros poderão contar com um operador de segurança a bordo, responsável por garantir o bem-estar dos passageiros durante as viagens experimentais.

 

Além de Portugal, também Estónia, Grécia, Irlanda e Itália participam no projeto, através da criação de centros de competências em Compras Públicas de Inovação, assegurando a partilha de conhecimento e a replicação de boas práticas em toda a Europa.

 

 

Uma nova era para o transporte público no Porto

 

Com esta iniciativa, o Porto reforça a sua posição de vanguarda na inovação urbana, apostando em soluções inteligentes e ecológicas que poderão transformar o futuro da mobilidade metropolitana.


A integração dos autocarros autónomos na rede da STCP representa um passo decisivo rumo à cidade do futuro — mais sustentável, tecnológica e centrada nas pessoas.

 

 

📷 STCP
0

Economia, Mobilidade, Porto, Urbanismo

Arrancaram oficialmente as obras do futuro Terminal Intermodal de Campanhã, uma infraestrutura há muito aguardada na cidade do Porto e que promete transformar profundamente a forma como os transportes públicos se articulam na região.

 

Com conclusão prevista para junho de 2021, este projeto é apontado como uma das intervenções mais relevantes no setor da mobilidade urbana das últimas décadas.

 

 

Um projeto estratégico para a mobilidade urbana

 

Com um investimento global de 12,7 milhões de euros, o novo terminal foi concebido para concentrar, num único espaço, vários modos de transporte. O objetivo passa por facilitar a ligação entre comboios suburbanos e de longo curso, metro e diferentes redes de autocarros, incluindo a STCP, operadores privados e serviços intermunicipais e regionais.

 

Esta integração permitirá reduzir tempos de espera, melhorar a eficiência das ligações e proporcionar uma experiência mais cómoda e fluida para os passageiros que diariamente utilizam transportes públicos na cidade e na Área Metropolitana do Porto.

 

 

Localização privilegiada e novas acessibilidades

 

Situado em Campanhã, o terminal beneficia de uma localização estratégica, com ligação direta a importantes eixos rodoviários, como a Via de Cintura Interna (VCI) e as autoestradas A1, A3 e A4. Esta acessibilidade reforça o papel da zona como um dos principais pontos de entrada e distribuição de fluxos de mobilidade na cidade.

 

O projeto contempla ainda a criação de novas vias de acesso, contribuindo para uma melhor organização do tráfego e para a valorização urbana da zona envolvente.

 

 

Um dos principais nós da rede de transportes

 

O Terminal Intermodal de Campanhã será um elemento-chave na estrutura da rede de transportes do Porto, funcionando como um interface estratégico num anel de mobilidade que circunda a cidade. Este equipamento irá articular-se com outros polos relevantes, como o interface da Casa da Música e o futuro interface do Hospital de São João.

 

Esta visão integrada pretende reforçar a interligação entre diferentes zonas da cidade e melhorar a eficiência global do sistema de transportes públicos.

 

 

Infraestrutura moderna e sustentável

 

Com uma área bruta de construção de cerca de 24 mil metros quadrados, o novo terminal será equipado com diversas valências de apoio aos utilizadores. Entre elas, destacam-se um parque de estacionamento, zonas de “kiss & ride”, parque para bicicletas e área dedicada a táxis.

 

Um dos elementos mais inovadores do projeto será a cobertura verde, com cerca de 4,6 hectares, que contribuirá para a sustentabilidade ambiental da infraestrutura, promovendo a redução do impacto urbano e melhorando a integração paisagística.

 

 

Um investimento com impacto no futuro da cidade

 

Mais do que uma obra de engenharia, o Terminal Intermodal de Campanhã representa uma aposta clara numa mobilidade mais eficiente, sustentável e centrada nas necessidades dos cidadãos. A sua concretização marca um passo decisivo na modernização dos transportes no Porto, consolidando a cidade como uma referência em planeamento urbano e inovação na mobilidade.

 

 

📷 Risco

0

Mobilidade, Porto, Turismo

O Aeroporto Francisco Sá Carneiro, mais conhecido como Aeroporto do Porto, voltou a destacar-se no panorama internacional ao ser distinguido pelo Airports Council International (ACI) com o prémio “Best Airport” na categoria de infraestruturas que recebem entre 5 e 15 milhões de passageiros por ano.


O galardão, referente ao ano de 2018, reforça a reputação de excelência do aeroporto português e consolida a cidade do Porto como uma das principais portas de entrada da Europa.

 

 

O prémio “Best Airport”: o que está por trás da distinção

 

A atribuição deste prémio resulta de um rigoroso estudo de satisfação — o Airport Service Quality Survey (ASQ) — conduzido pela ACI junto de milhares de passageiros em todo o mundo. O inquérito avalia 34 indicadores de desempenho, entre os quais se destacam:

 

  • A qualidade do atendimento e cortesia dos funcionários;

 

  • A eficiência nos tempos de espera;

 

  • A limpeza das instalações;

 

  • O conforto das zonas de embarque e chegada;

 

  • E a oferta de serviços complementares, como lojas, restauração e transportes de ligação.

 

De acordo com o estudo, o Aeroporto do Porto obteve uma das pontuações mais elevadas da Europa, refletindo o esforço contínuo da ANA – Aeroportos de Portugal e da VINCI Airports em proporcionar uma experiência de viagem moderna, segura e acolhedora.

 

 

Crescimento sustentado e aumento de passageiros

 

O ano de 2018 foi marcante para o aeroporto portuense. Com 11,9 milhões de passageiros movimentados, registou um crescimento de 10,7% face a 2017, confirmando a tendência de expansão iniciada na última década.


O aumento do tráfego aéreo está diretamente relacionado com:

 

  • O reforço das ligações internacionais, nomeadamente para destinos europeus de grande procura como Londres, Paris, Madrid, Genebra e Frankfurt;

 

  • A entrada de novas companhias aéreas low-cost;

 

  • E o crescimento do turismo na região Norte, impulsionado pela atratividade cultural e gastronómica do Porto e pelo dinamismo económico da área metropolitana.

 

 

A importância estratégica do Aeroporto Francisco Sá Carneiro

 

Localizado em Maia, a apenas 11 quilómetros do centro do Porto, o aeroporto é uma infraestrutura moderna e premiada pela sua eficiência.


Tem desempenhado um papel essencial no desenvolvimento económico do Norte de Portugal, servindo não apenas o Grande Porto, mas também regiões como o Minho, Trás-os-Montes e até a Galiza, em Espanha.

 

Além do impacto direto no turismo, o aeroporto é também um motor de atração de investimento estrangeiro e de exportação de bens de alto valor acrescentado, nomeadamente nos setores tecnológico e industrial.

 

 

Airports Council International: a voz dos aeroportos no mundo

 

O Airports Council International (ACI) é a única associação profissional global de operadores aeroportuários, representando mais de 646 membros que operam 1.960 aeroportos em 176 países.


A organização tem como missão promover padrões elevados de segurança, eficiência e sustentabilidade no setor da aviação.


O prémio “Best Airport” é uma das suas distinções mais prestigiadas, reconhecendo as infraestruturas que mais se destacam pela qualidade do serviço ao cliente e pela inovação operacional.

 

 

O futuro do aeroporto: modernização e sustentabilidade

 

Nos últimos anos, têm sido anunciados planos de expansão e modernização para aumentar a capacidade do aeroporto e melhorar ainda mais a experiência dos passageiros. Entre as prioridades estão:

 

  • A ampliação das zonas de embarque;

 

  • O reforço da eficiência energética e sustentabilidade ambiental;

 

  • E a integração de tecnologias inteligentes para agilizar processos e reduzir tempos de espera.

 

Estas medidas pretendem garantir que o Aeroporto do Porto continua a ser um exemplo de qualidade, inovação e hospitalidade no panorama europeu.

 

 

Um orgulho para Portugal e para o Norte

 

A distinção atribuída pelo Airports Council International confirma aquilo que muitos viajantes já sabiam: o Aeroporto do Porto é um dos melhores da Europa.


Mais do que um simples ponto de partida ou chegada, é hoje um símbolo do dinamismo e da modernidade do Norte de Portugal — um reflexo da hospitalidade, eficiência e capacidade de adaptação que tornam o país um destino cada vez mais competitivo no setor do turismo e dos transportes aéreos.



📷 Vinci Airports
0