Your address will show here +12 34 56 78
Economia, Mobilidade, Porto, Urbanismo

O Porto viveu esta quarta-feira um dia histórico com a inauguração oficial do Terminal Intermodal de Campanhã (TIC), uma infraestrutura estratégica que promete transformar profundamente a mobilidade urbana e regional.

 

Após anos de espera, promessas adiadas e vários obstáculos, entrou finalmente em funcionamento o novo terminal rodoviário da cidade, pensado para integrar diferentes modos de transporte e reduzir a pressão automóvel no centro urbano.

 

Na cerimónia de inauguração, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, definiu o momento como “Um marco histórico para a reorganização de todo o sistema de transporte público do Porto e um passo crucial para a descarbonização da cidade.”

 

 

O lugar onde as linhas se encontram

 

Localizado em Campanhã, junto à histórica estação ferroviária, o TIC nasce como grande interface metropolitano e nacional, concentrando autocarros urbanos, interurbanos, internacionais, metro, comboio e táxis num único ponto.

 

Com esta nova infraestrutura, Campanhã reforça o seu papel como principal porta de entrada oriental da cidade e centro nevrálgico da mobilidade no Norte do país. O novo terminal permite ligação direta a:

 

  • Comboios urbanos, regionais e longo curso

  • Rede do Metro do Porto

  • Rede STCP

  • Operadores rodoviários privados

  • Táxis e TVDE

  • Estacionamento automóvel e bicicletas

 

 

Mais de 13 milhões de euros investidos

 

A obra representou um investimento municipal superior a 13,2 milhões de euros, contando com apoio financeiro europeu através do FEDER e financiamento público nacional e regional.

 

A gestão da empreitada esteve a cargo da empresa municipal GO Porto, enquanto a operação diária passou para a STCP Serviços.

 

 

Campanhã ganha também um grande pulmão verde

 

Um dos aspetos mais inovadores do projeto é a forte componente ambiental. Além da infraestrutura de transportes, nasceu sobre e em torno do edifício uma ampla zona verde, com mais de 4,6 hectares de área ajardinada.

 

Entre os principais números destacam-se:

 

  • 1.600 árvores plantadas

  • 50 mil m² de implantação total

  • 24 mil m² de construção

  • Maior cobertura verde alguma vez instalada num edifício público da cidade

 

O terminal integra assim mobilidade e sustentabilidade, funcionando também como novo parque urbano para Campanhã.

 

 

Até 120 mil passageiros por dia

 

O TIC foi desenhado para responder às necessidades presentes e futuras da cidade e da Área Metropolitana do Porto.

 

Capacidade estimada:

 

  • 8 cais de embarque e desembarque em rotação

  • Até 1.000 serviços diários

  • Até 120 mil passageiros por dia

  • Cerca de 43 milhões de utilizadores por ano

 

Foram ainda criados 55 postos de trabalho imediatos ligados à operação.

 

 

Menos trânsito e menos poluição no centro do Porto

 

A nova centralidade permitirá retirar circulação pesada de passageiros de várias zonas centrais da cidade, reduzindo congestionamento e emissões poluentes.

 

Segundo dados divulgados, o impacto ambiental poderá representar uma redução anual equivalente a 1.776 toneladas equivalentes de petróleo consumido.

 

Rui Moreira deixou um aviso claro “Desenganem-se aqueles que acham que a circulação de veículos pesados de passageiros no Porto vai continuar igual” e acrescentou que “Seremos implacáveis na regulação definitiva do transporte interurbano regional e internacional na cidade.”

 

 

Uma promessa antiga finalmente cumprida

 

A necessidade de um terminal intermodal em Campanhã remontava a 2003, quando o projeto foi inicialmente prometido pelo Estado.

 

Durante anos, o processo ficou bloqueado, só sendo desbloqueado após o chamado Acordo do Porto, assinado em 2015, no qual o Município assumiu a construção em troca da cedência dos terrenos.

 

Cronologia:

 

  • 2016 – Lançamento do concurso

  • 2017 – Apresentação do projeto vencedor, assinado por Nuno Brandão Costa

  • 2018 – Concurso da empreitada

  • 2019 – Início das obras

  • 2022 – Inauguração oficial

 

 

Rui Moreira destaca reabilitação da zona oriental

 

O autarca portuense aproveitou o momento para sublinhar a aposta estratégica na zona oriental da cidade. “Cumprimos um dos nossos maiores desígnios: reabilitar as politicamente esquecidas zona oriental e freguesia de Campanhã.”

 

Campanhã, durante décadas marcada por abandono e subaproveitamento urbano, ganha assim uma das mais importantes infraestruturas da cidade no século XXI.

 

 

Nova era para a mobilidade portuense

 

Com o TIC, o Porto reforça a sua visão de cidade moderna, integrada e sustentável, onde o transporte público assume papel central. A nova infraestrutura junta-se a outros polos estratégicos como:

 

  • Interface da Casa da Música

  • Futuro polo do Hospital de São João

  • Requalificação das Camélias

  • Investimentos da Metro do Porto e STCP

 

 

Campanhã transforma-se numa nova centralidade urbana

 

Mais do que um terminal, o TIC representa uma nova centralidade urbana. Ali onde durante anos existiram terrenos subutilizados, nasce agora uma porta moderna de entrada na cidade, um parque verde e uma plataforma de mobilidade preparada para o futuro.

O Porto esperou muitos anos, mas hoje, Campanhã entrou definitivamente no mapa das grandes transformações urbanas.

 

 

📷 Porto

0

Ambiente, Porto, Turismo, Urbanismo

O Porto volta a ser distinguido internacionalmente! Três dos seus mais emblemáticos espaços verdes — o Parque da Cidade, o Jardim do Passeio Alegre e o Jardim Botânico do Porto — receberam o Green Flag Award, um prestigiado selo internacional de qualidade atribuído pela organização britânica Keep Britain Tidy, em parceria com o Ministério da Habitação, Comunidades e Governo Local do Reino Unido.

 

Esta distinção reconhece os melhores parques e jardins do mundo, premiando locais que alcançam elevados padrões de excelência na gestão, manutenção, sustentabilidade ambiental e envolvimento comunitário.

 

 

Critérios de excelência do Green Flag Award

 

Desde 1996, o Green Flag Award avalia espaços verdes públicos segundo um conjunto rigoroso de critérios. Entre os principais estão a manutenção e limpeza exemplar, a segurança e acolhimento dos visitantes, a preservação da biodiversidade e do património cultural, e ainda a existência de um plano de gestão sustentável e participado pela comunidade.

 

A cidade do Porto, através da sua Câmara Municipal e das equipas de manutenção dos espaços, vê assim reconhecido o trabalho contínuo em prol da qualidade de vida urbana e da preservação ambiental.

 

 

Os espaços distinguidos

 

Parque da Cidade do Porto


Com cerca de 83 hectares de área verde, o Parque da Cidade é o maior parque urbano de Portugal, estendendo-se até ao Atlântico. O seu equilíbrio entre natureza, desporto e lazer fez dele um dos cinco melhores parques do mundo em edições anteriores do prémio.

 

Jardim do Passeio Alegre


Situado na Foz do Douro, o Passeio Alegre combina património histórico, paisagem marítima e espécies arbóreas centenárias. Para além do Green Flag Award, recebeu também a distinção de Green Heritage Site, que realça o seu valor histórico e cultural.

 

Jardim Botânico do Porto


Integrado no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), o Jardim Botânico ocupa cerca de quatro hectares e mantém uma forte ligação à investigação científica e educação ambiental, sendo um dos locais mais visitados e emblemáticos da cidade.

 

 

Um reconhecimento que reforça a imagem do Porto

 

Estas distinções reforçam o posicionamento do Porto como cidade verde e sustentável, valorizando o seu património natural e urbano. São também um estímulo para continuar a investir na qualidade ambiental e no bem-estar dos cidadãos, tornando o Porto um exemplo de cidade europeia amiga da natureza e das pessoas.

 

 

📷 City Guide Porto

0

Economia, Mobilidade, Porto, Urbanismo

Arrancaram oficialmente as obras do futuro Terminal Intermodal de Campanhã, uma infraestrutura há muito aguardada na cidade do Porto e que promete transformar profundamente a forma como os transportes públicos se articulam na região.

 

Com conclusão prevista para junho de 2021, este projeto é apontado como uma das intervenções mais relevantes no setor da mobilidade urbana das últimas décadas.

 

 

Um projeto estratégico para a mobilidade urbana

 

Com um investimento global de 12,7 milhões de euros, o novo terminal foi concebido para concentrar, num único espaço, vários modos de transporte. O objetivo passa por facilitar a ligação entre comboios suburbanos e de longo curso, metro e diferentes redes de autocarros, incluindo a STCP, operadores privados e serviços intermunicipais e regionais.

 

Esta integração permitirá reduzir tempos de espera, melhorar a eficiência das ligações e proporcionar uma experiência mais cómoda e fluida para os passageiros que diariamente utilizam transportes públicos na cidade e na Área Metropolitana do Porto.

 

 

Localização privilegiada e novas acessibilidades

 

Situado em Campanhã, o terminal beneficia de uma localização estratégica, com ligação direta a importantes eixos rodoviários, como a Via de Cintura Interna (VCI) e as autoestradas A1, A3 e A4. Esta acessibilidade reforça o papel da zona como um dos principais pontos de entrada e distribuição de fluxos de mobilidade na cidade.

 

O projeto contempla ainda a criação de novas vias de acesso, contribuindo para uma melhor organização do tráfego e para a valorização urbana da zona envolvente.

 

 

Um dos principais nós da rede de transportes

 

O Terminal Intermodal de Campanhã será um elemento-chave na estrutura da rede de transportes do Porto, funcionando como um interface estratégico num anel de mobilidade que circunda a cidade. Este equipamento irá articular-se com outros polos relevantes, como o interface da Casa da Música e o futuro interface do Hospital de São João.

 

Esta visão integrada pretende reforçar a interligação entre diferentes zonas da cidade e melhorar a eficiência global do sistema de transportes públicos.

 

 

Infraestrutura moderna e sustentável

 

Com uma área bruta de construção de cerca de 24 mil metros quadrados, o novo terminal será equipado com diversas valências de apoio aos utilizadores. Entre elas, destacam-se um parque de estacionamento, zonas de “kiss & ride”, parque para bicicletas e área dedicada a táxis.

 

Um dos elementos mais inovadores do projeto será a cobertura verde, com cerca de 4,6 hectares, que contribuirá para a sustentabilidade ambiental da infraestrutura, promovendo a redução do impacto urbano e melhorando a integração paisagística.

 

 

Um investimento com impacto no futuro da cidade

 

Mais do que uma obra de engenharia, o Terminal Intermodal de Campanhã representa uma aposta clara numa mobilidade mais eficiente, sustentável e centrada nas necessidades dos cidadãos. A sua concretização marca um passo decisivo na modernização dos transportes no Porto, consolidando a cidade como uma referência em planeamento urbano e inovação na mobilidade.

 

 

📷 Risco

0

Património, Porto, Urbanismo

As tão aguardadas obras de recuperação do Mercado do Bolhão arrancaram oficialmente esta terça-feira, marcando o início de um dos projetos mais emblemáticos de requalificação urbana do Porto. Classificado como Monumento de Interesse Público desde 2013, o edifício centenário entra agora numa nova fase da sua história, com o objetivo de devolver à cidade o espírito autêntico de um mercado tradicional e popular.

 

A Câmara Municipal do Porto adjudicou a empreitada e confirmou a entrada das primeiras máquinas no local. Segundo a autarquia, a intervenção deverá estar concluída no prazo de dois anos, devolvendo à cidade “um dos seus mais importantes valores patrimoniais, intacto na sua essência e sempre como mercado tradicional e público de frescos, como nasceu”.

 

 

Um projeto esperado há mais de três décadas

 

A reabilitação do Bolhão tem sido um desejo antigo de portuenses, comerciantes e autarcas. Este é já o quarto projeto de recuperação do mercado em 30 anos, depois de várias tentativas falhadas devido a divergências entre os planos apresentados e as preocupações de preservação histórica expressas pela população e pelos vendedores.

 

A atual intervenção representa, segundo o município, um compromisso entre a modernização necessária e a defesa da identidade arquitetónica e cultural do edifício. O objetivo é garantir que o Bolhão mantém o seu carácter de mercado de frescos, continuando a ser um espaço de comércio tradicional e convivência, mas com condições estruturais, higiénicas e logísticas totalmente renovadas.

 

 

Primeira fase: estabilização e preparação estrutural

 

Antes do arranque formal das obras, a primeira fase da modernização começou em agosto de 2016, com um investimento de 800 mil euros. Essa etapa inicial incluiu o desvio de infraestruturas e de uma linha de água para as ruas Sá da Bandeira e Fernandes Tomás, permitindo preparar o edifício para a reabilitação profunda agora em curso.

 

O plano contemplou ainda a criação das condições necessárias para a estabilização do edifício, a construção de uma cave logística e de um túnel de ligação entre a Rua do Ateneu e a futura cave do mercado, garantindo a eficiência no abastecimento e a melhoria das acessibilidades.

 

 

O que está previsto na reabilitação integral

 

De acordo com o programa da obra geral, a intervenção inclui a reabilitação e consolidação estrutural das fachadas e coberturas, a criação de um piso subterrâneo, bem como novos acessos pedonais e um conjunto de obras de reforço estrutural no interior do edifício.

 

O projeto prevê ainda a valorização do espaço público envolvente, integrando o Bolhão de forma harmoniosa na dinâmica urbana da Baixa do Porto, área que tem vindo a ser alvo de uma ampla requalificação nos últimos anos.

 

 

Um símbolo de identidade portuense

 

Mais do que uma simples intervenção de engenharia, a recuperação do Mercado do Bolhão representa um ato de preservação da memória coletiva do Porto. O mercado, inaugurado em 1914 e conhecido pelo seu traçado neoclássico, é um dos espaços mais visitados e fotografados da cidade, sendo também um ponto de encontro entre gerações de comerciantes e clientes.

 

Quando reabrir, o Bolhão deverá manter a sua função original, aliando tradição e modernidade, e reafirmando o seu papel como símbolo da alma portuense — um espaço onde o comércio, a cultura e a autenticidade se cruzam diariamente.

 

 

O futuro do Bolhão e o impacto na cidade

 

Com as obras em curso, o Porto reafirma a sua aposta na reabilitação urbana e na valorização do património histórico, procurando equilibrar o desenvolvimento económico com a preservação da identidade local.


A conclusão do projeto não só trará benefícios aos comerciantes e moradores, como também reforçará o potencial turístico e cultural da Baixa, tornando o Mercado do Bolhão novamente num cartão de visita da cidade.

 

 

📷 GO Porto

0

Economia, Património, Porto, Urbanismo

A cidade do Porto viveu hoje um momento histórico com a abertura oficial do Mercado Temporário do Bolhão, instalado no centro comercial La Vie. A inauguração marca o início de uma nova fase para um dos espaços mais emblemáticos da Invicta.

 

Depois de décadas de espera por obras de requalificação, o centenário Mercado do Bolhão encerrou portas no passado sábado, dando lugar a um processo de modernização que deverá durar cerca de dois anos.

 

 

Um novo espaço para preservar uma tradição

 

O Mercado Temporário do Bolhão surge como solução para garantir a continuidade da atividade dos comerciantes durante o período de obras.

 

Instalado numa área de cerca de 5.600 metros quadrados no piso -1 do La Vie, o espaço acolhe mais de 80 lojistas, distribuídos por:

  • 61 bancas de produtos frescos, como peixe, carne, fruta e legumes

  • Quatro restaurantes

  • Diversas áreas de apoio

 

Com um investimento municipal de cerca de 850 mil euros, o novo mercado apresenta condições modernas e funcionais, permitindo aos comerciantes manter a sua atividade com maior conforto.

 

 

Marcelo assinala abertura com banho de multidão

 

A inauguração contou com a presença do Marcelo Rebelo de Sousa, que assinalou o primeiro dia de funcionamento do mercado.

 

O Presidente da República iniciou a visita junto ao edifício original, acompanhado pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, percorrendo depois a curta distância até ao espaço temporário.

 

Recebido com entusiasmo pelos comerciantes e visitantes, Marcelo destacou o simbolismo deste momento e mostrou-se impressionado com as condições do novo mercado, afirmando que superou as suas expectativas.

 

 

 

 

Uma transição preparada ao detalhe

 

A transferência dos comerciantes decorreu entre os dias 28 e 30 de abril, cumprindo o calendário definido pela autarquia.

 

O processo foi acompanhado por um extenso trabalho de proximidade, que incluiu centenas de reuniões individuais com os lojistas, garantindo a salvaguarda dos seus direitos históricos e a continuidade da atividade.

 

Dos cerca de 140 comerciantes do Bolhão:

 

  • Mais de 80 aceitaram integrar o mercado temporário

  • Cerca de 100 manifestaram intenção de regressar ao espaço original após as obras

  • Outros optaram por cessar atividade ou procurar alternativas


 

Mais horários, melhores condições

 

Uma das novidades do Mercado Temporário do Bolhão é o alargamento do horário de funcionamento:

 

  • Dias úteis: até às 20h00 (antes encerrava às 17h00)

  • Sábados: até às 18h00 (antes encerrava às 13h00)

 

Esta alteração visa adaptar o mercado aos hábitos atuais dos consumidores, sem perder a sua essência tradicional.

 

 



Um projeto esperado há mais de 40 anos

 

A requalificação do Bolhão é uma das intervenções mais aguardadas pela cidade, depois de várias tentativas falhadas ao longo das últimas décadas.

 

O atual projeto, apresentado em 2015 por Rui Moreira, resultou de um extenso estudo socioeconómico e de um trabalho contínuo junto dos comerciantes, que permitiu alcançar um consenso alargado.

 

As decisões foram aprovadas por unanimidade na Assembleia Municipal, num raro momento de consenso político.

 

 

Obras avançam com financiamento assegurado

 

A empreitada de reabilitação, que arrancará já este mês, será gerida pela GO Porto e conta com financiamento próprio da autarquia, complementado por candidaturas a fundos comunitários.

 

A solidez financeira do município permitiu avançar com o projeto sem dependência externa, garantindo a sua execução.

 

 

O espírito do Bolhão continua vivo

 

Apesar da mudança de localização, a mensagem é clara: o Bolhão não desapareceu, apenas mudou temporariamente de casa.

 

A Câmara do Porto aposta agora numa forte campanha de comunicação para garantir que a nova localização é rapidamente reconhecida pelos cidadãos e visitantes.

 

Mais do que um mercado, o Bolhão é um símbolo da cidade. E enquanto o edifício original se prepara para renascer, o Mercado Temporário assegura que a sua alma continua bem presente no quotidiano dos portuenses.

 

 

Regresso já tem data… e promessa

 

O compromisso está assumido: dentro de dois anos, os comerciantes regressarão ao renovado Mercado do Bolhão, que manterá a sua identidade como mercado de frescos.

 

Até lá, o Mercado Temporário será o palco onde tradição e modernidade se encontram, garantindo que uma das maiores referências do Porto continua viva.

 

 

📷 GO Porto

0

Educação, Inovação, Porto, Urbanismo

A sede da Associação Fraunhofer Portugal, localizada no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), foi distinguida com o prestigiado prémio “Building of the Year 2011”, atribuído pelo portal internacional ArchDaily, na categoria “Interiores”.

 

Este reconhecimento destaca o Porto no cenário global da arquitetura e do design de interiores, reforçando a importância do investimento em espaços de investigação inovadores e funcionalmente otimizados.

 

 

Um espaço de investigação pensado ao detalhe

 

Com uma área de 1.660 m² distribuídos por dois pisos, a sede da Fraunhofer foi concebida pelo estúdio Pedra Silva Architects, que projetou um espaço versátil, combinando dimensões e funções variadas.

 

Segundo os arquitetos, o projeto é definido por “um gesto forte que determina todo o funcionamento e imagem do conjunto: um plano que ondula no grande espaço vazio, gerando espaços habitáveis maiores ou menores e mais ou menos privados de trabalho”.

 

O resultado é um ambiente que alia funcionalidade, conforto e estética, criando condições ideais para a investigação científica aplicada e a colaboração interdisciplinar.

 

 

Fraunhofer Portugal: inovação científica e tecnológica

 

A Associação Fraunhofer Portugal é uma associação privada sem fins lucrativos, fundada pela organização alemã Fraunhofer, a maior rede de pesquisa aplicada da Europa, composta por 69 institutos espalhados pela Alemanha, cada um dedicado a diferentes áreas da ciência aplicada.

 

O nome da associação é uma homenagem a Joseph von Fraunhofer, cientista, engenheiro e empresário, cujos princípios refletem os objetivos da organização.

 

O foco da Fraunhofer Portugal é criar conhecimento científico capaz de gerar valor para clientes e parceiros, explorando inovações tecnológicas que contribuam para o crescimento económico, o bem-estar social e a melhoria da qualidade de vida dos utilizadores finais.

 

 

ArchDaily: referência global em arquitetura

 

O ArchDaily, responsável pela atribuição do prémio, é um dos sites mais influentes na área da arquitetura. Atualmente, o portal conta com cerca de 200 mil visitas diárias, gerando 350 milhões de pageviews anuais.


Além disso, possui 467 mil amigos no Facebook e 60 mil seguidores no Twitter, consolidando-se como uma referência global para arquitetos, designers e estudantes do setor.

 

O prémio “Building of the Year” é um reconhecimento internacional que avalia projetos inovadores e impactantes, e a vitória da sede da Fraunhofer coloca o Porto e a Fraunhofer Portugal no mapa da excelência arquitetónica mundial.

 

 

📷 Pedra Silva Architects

0