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Maia, Sociedade

A Maia foi distinguida como a cidade portuguesa mais feliz no Happy City Index 2026, ocupando a 69.ª posição num ranking internacional liderado pela Copenhaga, que volta a ser considerada a cidade mais feliz do mundo pelo segundo ano consecutivo.

 

Este reconhecimento coloca a cidade maiata em destaque no panorama internacional e reforça a sua posição como uma das localidades com melhor qualidade de vida em Portugal.

 

 

Um ranking global que avalia muito mais do que felicidade

 

O Happy City Index resulta de um amplo estudo internacional que analisou cidades de todo o mundo com base em 64 indicadores distribuídos por seis áreas fundamentais:

 

  • Qualidade de vida dos cidadãos

  • Governação e participação cívica

  • Sustentabilidade ambiental

  • Desenvolvimento económico

  • Saúde e bem-estar

  • Mobilidade urbana

 

A análise, baseada em dados públicos comparáveis, permite uma avaliação abrangente das condições de vida nas cidades, destacando aquelas que conseguem equilibrar crescimento urbano com bem-estar social.

 

 

Maia em destaque entre cidades europeias e mundiais

 

Com 6273 pontos, a Maia surge lado a lado com importantes cidades europeias, como Drammen (Noruega), Hamburgo (Alemanha), Västerås (Suécia) e Aachen (Alemanha).

 

A cidade portuguesa supera ainda outras referências internacionais, como Bordeaux (França), Adelaide (Austrália), Praga (Chéquia), Bolonha (Itália), Calgary (Canadá) e Bona (Alemanha).

 

No topo da classificação, dominado sobretudo por cidades do norte e centro da Europa, encontram-se:

 

  • Copenhaga

  • Helsínquia

  • Genebra

  • Uppsala

  • Tóquio

 

Completam o top 10 cidades como Trondheim, Berna, Malmö, Munique e Aarhus.

 

 

Maia lidera ranking nacional

 

Entre as cidades portuguesas incluídas no índice, a Maia ocupa o primeiro lugar, destacando-se claramente no panorama nacional.

 

A lista portuguesa é composta por:

 

  • Maia – 69.º lugar

  • Matosinhos – 111.º

  • Odivelas – 114.º

  • Almada – 124.º

  • Lisboa – 159.º

  • Braga – 166.º

  • Gondomar – 199.º

  • Funchal – 225.º

 

Este resultado evidencia o desempenho consistente da Maia em áreas-chave como mobilidade, ambiente urbano, serviços e qualidade de vida.

 

 

Um modelo de cidade cada vez mais humana e sustentável

 

A posição alcançada pela Maia não surge por acaso. Ao longo dos últimos anos, o município tem apostado em políticas públicas focadas na melhoria do espaço urbano, na sustentabilidade ambiental e na proximidade com os cidadãos.

 

A combinação entre desenvolvimento económico, planeamento urbano equilibrado e investimento em infraestruturas e serviços tem permitido criar um ambiente propício ao bem-estar da população.

 

 

Portugal ganha visibilidade no mapa da felicidade urbana

 

Embora apenas oito cidades portuguesas integrem o ranking, a presença da Maia no top 100 mundial representa um sinal positivo para o país, demonstrando que é possível competir com cidades de referência internacional.

 

Num contexto global em que a qualidade de vida assume um papel cada vez mais central, este tipo de distinção reforça a importância de políticas urbanas orientadas para as pessoas.

 

 

Uma cidade perto do Porto… e cada vez mais no topo

 

Localizada na Área Metropolitana do Porto, a Maia beneficia também da sua proximidade à Porto, integrando uma região dinâmica e em crescimento.

 

Com este reconhecimento, afirma-se não apenas como uma cidade funcional e bem organizada, mas como um território onde se vive melhor.

 

Mais do que um ranking, este resultado traduz uma realidade cada vez mais evidente: a felicidade urbana constrói-se com visão, investimento e foco nas pessoas — e a Maia está a dar passos firmes nesse caminho.

 

 

📷 Visit Maia

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Eventos, Porto, Urbanismo

A cidade do Porto voltou a destacar-se a nível nacional ao conquistar o Grande Prémio “Redes e Cidades que Caminham 2026”, reforçando a sua posição como referência na criação de espaços urbanos mais acessíveis, sustentáveis e centrados nas pessoas.

 

A distinção foi atribuída no âmbito do IV Congresso Cidades e Vilas que Caminham, que decorreu no Auditório da Fundação Manuel António da Mota e reuniu especialistas, decisores políticos e técnicos para debater o futuro das cidades.

 

 

Um triplo reconhecimento para o Porto

 

Além do grande prémio, o Município arrecadou ainda o primeiro lugar na categoria de reabilitação urbana e uma menção honrosa, num reconhecimento alargado do trabalho desenvolvido na qualificação do espaço público.

 

Os projetos distinguidos foram executados pela GO Porto, que se destacou entre mais de duas dezenas de candidaturas a nível nacional.

 

Entre os projetos premiados está a candidatura que assinala os 25 anos do Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, distinguida na área da reabilitação urbana. Já o programa Rua Direita foi reconhecido com uma menção honrosa, sendo apontado como um exemplo de intervenção estratégica na malha urbana.

 

 

Uma estratégia centrada nas pessoas e na qualidade de vida

 

Presente na cerimónia, a vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, Catarina Araújo, destacou a importância de políticas públicas que valorizem o espaço urbano enquanto local de encontro, convivência e partilha.

 

“É fundamental refletir sobre políticas urbanísticas que qualifiquem o espaço público e o tornem num verdadeiro lugar de encontro”, afirmou, sublinhando o compromisso do município com um investimento estruturado na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

 

 

GO Porto destaca impacto das intervenções urbanas

 

Também durante o congresso, representantes da GO Porto reforçaram o papel da empresa na transformação da cidade.

 

Fernando Monteiro destacou a importância da herança do Porto 2001 na forma como hoje se pensa a reabilitação urbana “Percebemos hoje a importância do sentimento de pertença dos cidadãos em relação à cidade e isso acontece na forma como intervimos no espaço público”.

 

O responsável sublinhou ainda o programa Rua Direita como um exemplo claro de mudança estratégica, colocando o peão no centro das decisões de planeamento urbano.

 

Já Andreia Júnior agradeceu o trabalho das equipas envolvidas e a confiança do município, reforçando o compromisso com uma cidade mais humana e inclusiva.

 

 

Cidades mais resilientes num contexto de mudança climática

 

O congresso ficou também marcado pelo debate em torno da adaptação das cidades às alterações climáticas, um dos maiores desafios da atualidade.

 

Com intervenções de especialistas como Renato Lourenço e Alves da Silva, foram discutidas estratégias para tornar os centros urbanos mais resilientes, sustentáveis e preparados para o futuro.

 

A mobilidade urbana, especialmente a promoção da caminhada, assumiu um papel central nestas reflexões, sendo vista como uma das principais ferramentas para reduzir o impacto ambiental e melhorar a qualidade de vida nas cidades.

 

 

Porto reforça liderança no urbanismo sustentável

 

Com este reconhecimento, o Porto consolida a sua posição como uma das cidades mais caminháveis do país, fruto de uma estratégia consistente que aposta na reabilitação urbana, na valorização do espaço público e na mobilidade sustentável.

 

Num contexto global onde as cidades enfrentam desafios cada vez mais complexos, o exemplo do Porto mostra que é possível conciliar desenvolvimento urbano com qualidade de vida, colocando as pessoas no centro das decisões.

 

Mais do que um prémio, esta distinção representa o reconhecimento de uma visão: a de uma cidade pensada para quem a vive todos os dias.

 

 

📷 The Best of Porto

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