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Mobilidade, Porto

O período experimental gratuito do metroBus, sistema de transporte que liga a zona da Casa da Música à Praça do Império, vai ser prolongado até ao próximo dia 19 de abril, com o arranque da operação comercial regular agendado para 20 de abril.

 

A decisão foi anunciada pela Metro do Porto, em articulação com a STCP, a Câmara Municipal do Porto e o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

 

 

Período gratuito permite otimizar o serviço

 

Durante as próximas semanas, o prolongamento do regime gratuito permitirá continuar a afinar vários sistemas essenciais ao funcionamento do metroBus. Entre as melhorias em curso estão os sistemas de informação ao público, como os tempos de espera em tempo real, avisos sonoros nas estações e informação disponibilizada a bordo dos veículos.

 

O objetivo passa por garantir que, no início da operação comercial, o serviço esteja totalmente funcional e com todas as ferramentas ativas para uma experiência mais eficiente e intuitiva para os utilizadores.

 

 

Procura elevada e níveis de satisfação positivos

 

Desde o arranque da fase experimental, a 28 de fevereiro, o metroBus tem registado uma adesão significativa por parte da população. Em média, são realizadas mais de seis mil viagens diárias nesta ligação entre a Casa da Música e a Praça do Império.

 

Os indicadores de satisfação também revelam resultados bastante positivos. Com base em mais de três mil inquéritos realizados junto dos passageiros, o serviço obteve uma classificação média de 8,7 em 10.

 

Em termos operacionais, o tempo médio de viagem situa-se nos 12 minutos e meio, um valor competitivo que reforça a atratividade do transporte público face ao automóvel.

 

 

Uma alternativa sustentável na mobilidade urbana

 

O metroBus, baseado num sistema de Bus Rapid Transit (BRT), utiliza veículos a hidrogénio e percorre as avenidas da Boavista e Marechal Gomes da Costa, combinando troços com via dedicada e outros em partilha com o trânsito rodoviário.

 

Este novo modelo de mobilidade tem contribuído para a redução do uso do transporte individual naquela zona da cidade, promovendo uma alternativa mais sustentável e eficiente.

 

 

Expansão prevista e investimento estratégico

 

Para já, o serviço funciona apenas entre a Casa da Música e a Praça do Império, ficando ainda por concluir a extensão até à zona da Anémona, em Matosinhos, atualmente em fase de obra.

 

O projeto global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros e integra uma estratégia mais ampla de transformação da mobilidade urbana na Área Metropolitana do Porto.

 

De acordo com as previsões, a linha poderá atingir um potencial de 7,4 milhões de passageiros anuais até 2027, consolidando-se como um dos principais eixos de transporte da cidade.

 

 

📷 Metro do Porto

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Economia, Mobilidade, Porto, Top

Entrou hoje em funcionamento o novo sistema de transporte público metroBus, que passa a ligar a Casa da Música, na Avenida da Boavista, à Praça do Império, numa extensão de cerca de quatro quilómetros.

 

Numa fase inicial de arranque, e até ao final do mês de março, o serviço será gratuito, permitindo à população experimentar este novo meio de transporte e adaptar-se ao seu funcionamento antes do início oficial da operação comercial, marcado para 1 de abril.

 

 

Frequência e horários adaptados à procura

 

O metroBus apresenta uma operação ajustada aos períodos de maior movimento da cidade. Durante as horas de ponta — entre as 07h00 e as 10h00 e das 17h00 às 20h00 — os veículos circulam com uma frequência de 10 minutos.

 

Fora destes períodos, incluindo fins de semana e feriados, o intervalo entre viagens é de 15 minutos. Nesta fase inicial, o serviço funciona diariamente entre as 06h30 e as 22h00.

 

 

Sete estações ao longo da Boavista

 

O percurso do metroBus serve as principais artérias da zona ocidental da cidade, nomeadamente a Avenida da Boavista e a Avenida Marechal Gomes da Costa, integrando um total de sete estações:

 

  • Casa da Música

  • Guerra Junqueiro

  • Bessa

  • Pinheiro Manso

  • Serralves

  • João de Barros

  • Império

 

Esta nova ligação vem reforçar a mobilidade numa das zonas mais movimentadas do Porto, facilitando o acesso a pontos estratégicos da cidade.

 

 

Mobilidade mais rápida e sustentável

 

Para além da componente ambiental, um dos principais objetivos do metroBus passa por reduzir os tempos de viagem e melhorar a fluidez do transporte público.

 

Parte do trajeto conta com canal exclusivo, permitindo uma circulação mais eficiente. No entanto, em algumas zonas, como na Avenida Marechal Gomes da Costa, os veículos partilham a via com o trânsito automóvel.

 

Segundo o Diretor das Operações do Metro, o sistema será apoiado por uma gestão semafórica inteligente, que permitirá “garantir uma circulação eficaz, tanto para o transporte público como para o trânsito rodoviário”.

 

 

Projeto financiado e expansão já em curso

 

Numa fase inicial, os veículos serão abastecidos num posto provisório em São Roque da Lameira, no Porto.

 

O projeto do metroBus não se ficará por esta primeira ligação. Está já prevista uma segunda fase, que irá estender o percurso entre a Casa da Música e a Anémona, em Matosinhos, com conclusão apontada para agosto.

 

A implementação global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pelo Fundo Ambiental e pelo Orçamento do Estado.

 

 

Um novo capítulo na mobilidade do Porto

 

Com o arranque do metroBus, o Porto dá mais um passo na modernização da sua rede de transportes, apostando em soluções mais sustentáveis, eficientes e adaptadas às necessidades urbanas.


A fase gratuita permitirá testar o sistema em contexto real, preparando o caminho para uma integração plena na rotina dos portuenses já a partir de abril.

 

 

📷 República Portuguesa

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Mobilidade, Porto

O Porto será uma das primeiras cidades portuguesas a testar autocarros 100% autónomos, um projeto inovador da STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, que arranca no outono de 2020.

 

A notícia foi confirmada pela Agência Nacional de Inovação (ANI), que revelou que a chegada destes veículos à cidade resulta da participação da STCP no projeto europeu FABULOS (Future Automated Bus Urban Level Operation Systems), coordenado pelo consórcio Forum Virium Helsinki, da Finlândia.

 

 

Tecnologia de ponta ao serviço da mobilidade urbana

 

Os novos autocarros autónomos são totalmente elétricos e controlados por sistemas inteligentes de navegação, capazes de detetar e contornar obstáculos, como viaturas estacionadas ou peões.


Numa fase inicial, os testes serão realizados na zona da Asprela, junto ao Hospital de São João e ao Pólo Universitário, um dos eixos de maior movimento da cidade.

 

De acordo com a ANI, o objetivo do projeto é “encontrar soluções inovadoras para o fornecimento e gestão de transportes públicos automatizados”, promovendo a eficiência, segurança e sustentabilidade da mobilidade urbana.

 

 

Um projeto europeu de inovação e sustentabilidade

 

O FABULOS é financiado em cerca de sete milhões de euros pelo programa europeu Horizonte 2020, e encontra-se na fase final de implementação. A iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento sustentável do transporte público, reduzindo emissões e melhorando a integração tecnológica nas cidades europeias.

 

Apesar de dispensarem condutor, os autocarros poderão contar com um operador de segurança a bordo, responsável por garantir o bem-estar dos passageiros durante as viagens experimentais.

 

Além de Portugal, também Estónia, Grécia, Irlanda e Itália participam no projeto, através da criação de centros de competências em Compras Públicas de Inovação, assegurando a partilha de conhecimento e a replicação de boas práticas em toda a Europa.

 

 

Uma nova era para o transporte público no Porto

 

Com esta iniciativa, o Porto reforça a sua posição de vanguarda na inovação urbana, apostando em soluções inteligentes e ecológicas que poderão transformar o futuro da mobilidade metropolitana.


A integração dos autocarros autónomos na rede da STCP representa um passo decisivo rumo à cidade do futuro — mais sustentável, tecnológica e centrada nas pessoas.

 

 

📷 STCP
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Economia, Mobilidade, Porto, Urbanismo

Arrancaram oficialmente as obras do futuro Terminal Intermodal de Campanhã, uma infraestrutura há muito aguardada na cidade do Porto e que promete transformar profundamente a forma como os transportes públicos se articulam na região.

 

Com conclusão prevista para junho de 2021, este projeto é apontado como uma das intervenções mais relevantes no setor da mobilidade urbana das últimas décadas.

 

 

Um projeto estratégico para a mobilidade urbana

 

Com um investimento global de 12,7 milhões de euros, o novo terminal foi concebido para concentrar, num único espaço, vários modos de transporte. O objetivo passa por facilitar a ligação entre comboios suburbanos e de longo curso, metro e diferentes redes de autocarros, incluindo a STCP, operadores privados e serviços intermunicipais e regionais.

 

Esta integração permitirá reduzir tempos de espera, melhorar a eficiência das ligações e proporcionar uma experiência mais cómoda e fluida para os passageiros que diariamente utilizam transportes públicos na cidade e na Área Metropolitana do Porto.

 

 

Localização privilegiada e novas acessibilidades

 

Situado em Campanhã, o terminal beneficia de uma localização estratégica, com ligação direta a importantes eixos rodoviários, como a Via de Cintura Interna (VCI) e as autoestradas A1, A3 e A4. Esta acessibilidade reforça o papel da zona como um dos principais pontos de entrada e distribuição de fluxos de mobilidade na cidade.

 

O projeto contempla ainda a criação de novas vias de acesso, contribuindo para uma melhor organização do tráfego e para a valorização urbana da zona envolvente.

 

 

Um dos principais nós da rede de transportes

 

O Terminal Intermodal de Campanhã será um elemento-chave na estrutura da rede de transportes do Porto, funcionando como um interface estratégico num anel de mobilidade que circunda a cidade. Este equipamento irá articular-se com outros polos relevantes, como o interface da Casa da Música e o futuro interface do Hospital de São João.

 

Esta visão integrada pretende reforçar a interligação entre diferentes zonas da cidade e melhorar a eficiência global do sistema de transportes públicos.

 

 

Infraestrutura moderna e sustentável

 

Com uma área bruta de construção de cerca de 24 mil metros quadrados, o novo terminal será equipado com diversas valências de apoio aos utilizadores. Entre elas, destacam-se um parque de estacionamento, zonas de “kiss & ride”, parque para bicicletas e área dedicada a táxis.

 

Um dos elementos mais inovadores do projeto será a cobertura verde, com cerca de 4,6 hectares, que contribuirá para a sustentabilidade ambiental da infraestrutura, promovendo a redução do impacto urbano e melhorando a integração paisagística.

 

 

Um investimento com impacto no futuro da cidade

 

Mais do que uma obra de engenharia, o Terminal Intermodal de Campanhã representa uma aposta clara numa mobilidade mais eficiente, sustentável e centrada nas necessidades dos cidadãos. A sua concretização marca um passo decisivo na modernização dos transportes no Porto, consolidando a cidade como uma referência em planeamento urbano e inovação na mobilidade.

 

 

📷 Risco

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Economia, Eventos, Porto, Turismo

A Avenida dos Aliados, o coração pulsante da cidade do Porto, foi o palco escolhido por mais de 200.000 pessoas para celebrar a passagem de ano de 2018 para 2019. Este evento consolidou-se como uma das maiores festas de réveillon ao ar livre em Portugal, destacando-se pela sua organização, segurança e ambiente festivo.

 

 

Música ao vivo com Pedro Abrunhosa

 

O destaque da noite foi a atuação do renomado músico portuense Pedro Abrunhosa, que subiu ao palco principal da cidade às 23h00. Com o tema “Vem Ter Comigo aos Aliados”, Abrunhosa apresentou o seu novo álbum, Espiritual, e interpretou alguns dos seus maiores sucessos, contagiando a multidão com a sua energia e talento.

 

 

Fogo-de-artifício e celebração

 

À meia-noite, o céu da cidade foi iluminado por um espetacular espetáculo de fogo de artifício, lançado a partir do edifício da Câmara Municipal do Porto. Este momento mágico marcou a entrada de 2019, sendo acompanhado por milhares de pessoas que celebraram juntas a chegada do novo ano.

 

 

Palcos alternativos e animação pela baixa

 

Além do palco principal na Avenida dos Aliados, a Baixa do Porto contou com mais três palcos alternativos, onde DJs locais animaram os presentes com diversos estilos musicais. Esta descentralização permitiu que mais pessoas participassem da festa, espalhando a animação por várias zonas da cidade.

 

 

Transporte público reforçado

 

Para garantir a segurança e o conforto dos participantes, o serviço de transporte público foi reforçado. A STCP e o Metro do Porto operaram durante toda a noite, com horários alargados, facilitando o acesso e a mobilidade dos cidadãos que escolheram celebrar no centro da cidade.

 

 

📷 Porto

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Inovação, Mobilidade, Porto

A primeira demonstração do ANDA, o novo sistema de bilhética baseado em aplicação móvel, aconteceu ontem no Porto. O teste envolveu políticos, jornalistas e especialistas, que percorreram a cidade utilizando metro, autocarro e comboio, mostrando na prática como a aplicação promete simplificar a vida dos utilizadores do transporte público.

 

O sistema é desenvolvido pelos Transportes Intermodais do Porto (TIP) em colaboração com os operadores de transporte da região e com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). Segundo os responsáveis, o ANDA representa um passo significativo rumo à modernização dos transportes públicos na Área Metropolitana do Porto.

 

 

Funcionamento simples e intuitivo

 

O principal destaque do ANDA é a automação tarifária. O passageiro não precisa de se preocupar com o tipo de bilhete a comprar, nem com planos mensais ou viagens individuais. O sistema calcula automaticamente o tarifário mais vantajoso e envia a fatura no final do mês, diretamente para a residência do utilizador.

 

Segundo os desenvolvedores, esta funcionalidade é pensada para tornar a experiência mais confortável e económica, eliminando filas e complicações na compra de bilhetes e passes.

 

 

Limites técnicos e compatibilidade

 

Atualmente, a aplicação está disponível apenas para Android, sendo que versões anteriores à 5.0 do sistema operativo não suportam o ANDA. A equipa ainda não conseguiu desenvolver a versão para iOS, mas garantiu que continuará a trabalhar nesse sentido, de forma a abranger um público mais amplo de utilizadores de smartphones.

 

 

Testes e lançamento previsto

 

Os testes do ANDA estão previstos para terminar em março, e os Transportes Intermodais do Porto confirmam que a aplicação estará disponível para download a partir de abril. Inicialmente, o sistema vai integrar os serviços do Metro do Porto, STCP, CP e Espírito Santo, com a promessa de expansão para todos os operadores da Área Metropolitana do Porto num segundo momento.

 

 

Impacto esperado na mobilidade da cidade

 

Com o ANDA, os passageiros do Porto poderão usufruir de uma experiência mais fluida, moderna e integrada, facilitando deslocações e tornando os transportes públicos mais atrativos. Este projeto demonstra o compromisso da cidade com a inovação tecnológica e a sustentabilidade na mobilidade urbana, aproximando a cidade de soluções digitais de referência em toda a Europa.

 

 

📷 Filipa Silva by JPN

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