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Economia, Mobilidade, Porto, Top

Entrou hoje em funcionamento o novo sistema de transporte público metroBus, que passa a ligar a Casa da Música, na Avenida da Boavista, à Praça do Império, numa extensão de cerca de quatro quilómetros.

 

Numa fase inicial de arranque, e até ao final do mês de março, o serviço será gratuito, permitindo à população experimentar este novo meio de transporte e adaptar-se ao seu funcionamento antes do início oficial da operação comercial, marcado para 1 de abril.

 

 

Frequência e horários adaptados à procura

 

O metroBus apresenta uma operação ajustada aos períodos de maior movimento da cidade. Durante as horas de ponta — entre as 07h00 e as 10h00 e das 17h00 às 20h00 — os veículos circulam com uma frequência de 10 minutos.

 

Fora destes períodos, incluindo fins de semana e feriados, o intervalo entre viagens é de 15 minutos. Nesta fase inicial, o serviço funciona diariamente entre as 06h30 e as 22h00.

 

 

Sete estações ao longo da Boavista

 

O percurso do metroBus serve as principais artérias da zona ocidental da cidade, nomeadamente a Avenida da Boavista e a Avenida Marechal Gomes da Costa, integrando um total de sete estações:

 

  • Casa da Música

  • Guerra Junqueiro

  • Bessa

  • Pinheiro Manso

  • Serralves

  • João de Barros

  • Império

 

Esta nova ligação vem reforçar a mobilidade numa das zonas mais movimentadas do Porto, facilitando o acesso a pontos estratégicos da cidade.

 

 

Mobilidade mais rápida e sustentável

 

Para além da componente ambiental, um dos principais objetivos do metroBus passa por reduzir os tempos de viagem e melhorar a fluidez do transporte público.

 

Parte do trajeto conta com canal exclusivo, permitindo uma circulação mais eficiente. No entanto, em algumas zonas, como na Avenida Marechal Gomes da Costa, os veículos partilham a via com o trânsito automóvel.

 

Segundo o Diretor das Operações do Metro, o sistema será apoiado por uma gestão semafórica inteligente, que permitirá “garantir uma circulação eficaz, tanto para o transporte público como para o trânsito rodoviário”.

 

 

Projeto financiado e expansão já em curso

 

Numa fase inicial, os veículos serão abastecidos num posto provisório em São Roque da Lameira, no Porto.

 

O projeto do metroBus não se ficará por esta primeira ligação. Está já prevista uma segunda fase, que irá estender o percurso entre a Casa da Música e a Anémona, em Matosinhos, com conclusão apontada para agosto.

 

A implementação global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pelo Fundo Ambiental e pelo Orçamento do Estado.

 

 

Um novo capítulo na mobilidade do Porto

 

Com o arranque do metroBus, o Porto dá mais um passo na modernização da sua rede de transportes, apostando em soluções mais sustentáveis, eficientes e adaptadas às necessidades urbanas.


A fase gratuita permitirá testar o sistema em contexto real, preparando o caminho para uma integração plena na rotina dos portuenses já a partir de abril.

 

 

📷 República Portuguesa

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Mobilidade, Porto

A Metro do Porto segue firme na modernização da sua rede e dos serviços prestados aos passageiros. Depois das grandes expansões de linhas em curso, a empresa volta a apostar na renovação tecnológica, com novos validadores e máquinas de bilhética que prometem uma experiência de viagem mais prática, acessível e eficiente.

 

 

Um investimento de 5 milhões para modernizar a experiência dos passageiros

 

De acordo com o Jornal de Notícias, a Metro do Porto está a investir 5 milhões de euros nesta operação, que será concretizada de forma faseada até ao final de 2025.
O objetivo é claro: melhorar a fiabilidade, a acessibilidade e a rapidez dos sistemas de bilhética — elementos essenciais para quem utiliza diariamente o metro.

 

Segundo os dados avançados, já foram instalados 227 novos validadores em 25 estações diferentes. Entre elas encontram-se algumas das mais movimentadas da rede, como Santo Ovídio, Trindade, Aeroporto, Campanhã, Casa da Música, S. Bento, Bolhão, Campo 24 de Agosto, Sete Bicas, João de Deus, Jardim do Morro, Marquês, Senhora da Hora, Heroísmo, D. João II, Faria Guimarães, Aliados, General Torres, Hospital S. João, Estádio do Dragão, Combatentes, Salgueiros, Manuel Leão, Hospital Santos Silva e Vila d’Este.

 

 

Novos validadores: tecnologia e simplicidade ao serviço do utilizador

 

Os novos equipamentos mantêm a mesma função dos antigos validadores, mas apresentam melhorias significativas no design e na funcionalidade. Entre as principais novidades estão:

 

  • Ecrã de maiores dimensões, que facilita a leitura e a navegação;

 

  • Duas faixas LED laterais, que indicam visualmente o sucesso (ou erro) da validação do título de transporte;

 

  • Maior rapidez na leitura dos cartões Andante, reduzindo o tempo de espera nas entradas e saídas das estações.

 

 

De acordo com uma fonte oficial da Metro do Porto, os novos dispositivos “têm registado um desempenho muito positivo, sem registo de anomalias”, o que confirma a eficiência e a estabilidade do sistema.

 

 

Máquinas de venda renovadas e mais acessíveis

 

Paralelamente à instalação dos novos validadores, a empresa adquiriu 159 novas máquinas de bilhética automática. Destas, 73 serão destinadas às novas estações que estão a ser construídas e 86 substituirão as antigas em estações já existentes.

 

As novas máquinas já estão operacionais em todas as estações da Linha Amarela (D) e também nas estações Aeroporto e Campanhã, dois dos pontos com maior fluxo de passageiros.

 

Um dos aspetos mais elogiados é a acessibilidade melhorada: o ecrã e os principais comandos estão agora a uma altura mais baixa, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida ou utilizadores em cadeira de rodas possam operar o equipamento sem dificuldade.

 

 

Mais funcionalidades e maior comodidade

 

As novas máquinas de venda automática não se limitam a modernizar a aparência — trazem funcionalidades avançadas que simplificam a vida dos utilizadores:

 

  • Aquisição de múltiplos títulos numa única operação;

 

  • Pagamentos contactless com cartões bancários ou dispositivos móveis;

 

  • Emissão de recibos eletrónicos, reduzindo o uso de papel e alinhando com práticas mais sustentáveis.

 

Segundo o mesmo jornal, a maior fatia do investimento — cerca de 4,4 milhões de euros — foi direcionada para estas máquinas, enquanto os restantes 530 mil euros correspondem ao custo dos novos validadores.

 

 

Aposta contínua na inovação e modernização

 

Com este projeto, a Metro do Porto reforça o seu compromisso com a inovação tecnológica, melhorando a experiência dos passageiros e preparando a rede para os desafios da mobilidade urbana do futuro.


A modernização dos validadores e das máquinas de bilhética soma-se a outras iniciativas recentes, como a expansão das linhas Rosa e Amarela, demonstrando uma visão integrada de crescimento, sustentabilidade e serviço público.

 

 

📷 Bárbara Sequeira Pinto by JPN

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Mobilidade, Património, Porto, Vila Nova de Gaia

A futura ponte sobre o rio Douro, que irá integrar a nova Linha Rubi do Metro do Porto, já entrou numa nova fase decisiva: a escolha do nome oficial. A partir desta quinta-feira, os cidadãos podem votar no nome da nova travessia que ligará Porto a Vila Nova de Gaia, através do portal participa.pt, num processo público que decorre até 5 de maio.

 

Em votação estão seis propostas finalistas, escolhidas por uma comissão de personalidades ligadas à história, cultura, engenharia e identidade da região.

 

A nova infraestrutura será uma das obras mais importantes da mobilidade metropolitana dos próximos anos, criando uma nova ligação entre as duas margens do Douro e servindo milhares de passageiros diariamente.

 

 

Uma ponte estratégica para o futuro da mobilidade

 

A nova travessia irá unir a zona do Campo Alegre, no Porto, à zona da Arrábida, em Gaia. Além do canal dedicado ao metro ligeiro, a ponte contará também com:

 

  • ciclovia

  • percurso pedonal

  • integração urbana entre as duas margens

  • nova ligação estratégica para transportes públicos

 

A estrutura será elemento central da futura Linha Rubi (Casa da Música – Santo Ovídio), uma das expansões mais relevantes da rede do Metro do Porto.

 

O projeto global tem financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e representa um investimento de centenas de milhões de euros.

 

Além da componente ferroviária, a nova travessia deverá contribuir para:

 

  • reduzir tráfego automóvel

  • aproximar zonas urbanas hoje menos conectadas

  • incentivar mobilidade suave

  • reforçar sustentabilidade metropolitana

 

 

Os seis nomes finalistas

 

Os cidadãos podem escolher entre seis designações possíveis:

 

Ponte da Boa Viagem: Evoca a tradição marítima e a histórica ligação das populações do Porto e Gaia ao mar e às viagens.

 

Ponte Douro: Uma escolha direta e simbólica, centrada no próprio rio que molda a identidade da região.

 

Ponte da Ferreirinha: Homenageia Dona Antónia Adelaide Ferreira, figura maior do vinho do Porto e uma das mulheres mais marcantes da história económica portuguesa.

 

Ponte da Boa Passagem: Recorda o antigo cruzeiro da Boa Passagem, ligado à travessia histórica entre margens.

 

Ponte da União: Representa a ligação secular entre Porto e Gaia e o espírito de cooperação entre as duas cidades.

 

Ponte Engenheiro Joaquim Sarmento: Distinção a um nome prestigiado da engenharia portuguesa, autor de várias obras emblemáticas da região.

 

 

Quem escolheu os finalistas

 

A comissão de seleção responsável pela escolha dos nomes foi composta por cinco personalidades:

 

  • Amândio Barros, historiador

  • Hélder Pacheco, historiador

  • Germano Silva, jornalista e investigador

  • Humberto Varum, engenheiro civil

  • Rui Veloso, músico

 

O objetivo foi reunir propostas com valor histórico, cultural e identitário para ambas as cidades.

 

 

Critérios exigentes para a escolha

 

As propostas tinham de respeitar pelo menos uma destas condições:

 

  • homenagear personalidades falecidas há mais de um ano e de reconhecido mérito

    ou

 

  • representar referências históricas, geográficas, económicas, sociais ou culturais ligadas ao Porto e Gaia.

 

O processo pretende garantir que o nome final tenha significado duradouro e ligação real ao território.

 

 

Nome vencedor será anunciado em junho

 

Após o encerramento da votação popular a 5 de maio, uma comissão final validará a escolha definitiva.

 

Essa comissão será composta por:

 

  • Ricardo Fonseca, ex-presidente da Metro do Porto

  • Fernando Sousa, coordenador do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade

  • Fernanda Ribeiro, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

 

O nome oficial será revelado no dia 2 de junho. Mais do que uma simples estrutura, esta será uma ponte com impacto urbano, económico e simbólico.

 

Como aconteceu com a Ponte Luís I, Ponte da Arrábida ou Ponte do Infante, o nome escolhido poderá atravessar gerações. Agora, a decisão passa também pelos cidadãos.

 

 

📷 Metro do Porto

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Mobilidade, Porto

O Porto será uma das primeiras cidades portuguesas a testar autocarros 100% autónomos, um projeto inovador da STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, que arranca no outono de 2020.

 

A notícia foi confirmada pela Agência Nacional de Inovação (ANI), que revelou que a chegada destes veículos à cidade resulta da participação da STCP no projeto europeu FABULOS (Future Automated Bus Urban Level Operation Systems), coordenado pelo consórcio Forum Virium Helsinki, da Finlândia.

 

 

Tecnologia de ponta ao serviço da mobilidade urbana

 

Os novos autocarros autónomos são totalmente elétricos e controlados por sistemas inteligentes de navegação, capazes de detetar e contornar obstáculos, como viaturas estacionadas ou peões.


Numa fase inicial, os testes serão realizados na zona da Asprela, junto ao Hospital de São João e ao Pólo Universitário, um dos eixos de maior movimento da cidade.

 

De acordo com a ANI, o objetivo do projeto é “encontrar soluções inovadoras para o fornecimento e gestão de transportes públicos automatizados”, promovendo a eficiência, segurança e sustentabilidade da mobilidade urbana.

 

 

Um projeto europeu de inovação e sustentabilidade

 

O FABULOS é financiado em cerca de sete milhões de euros pelo programa europeu Horizonte 2020, e encontra-se na fase final de implementação. A iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento sustentável do transporte público, reduzindo emissões e melhorando a integração tecnológica nas cidades europeias.

 

Apesar de dispensarem condutor, os autocarros poderão contar com um operador de segurança a bordo, responsável por garantir o bem-estar dos passageiros durante as viagens experimentais.

 

Além de Portugal, também Estónia, Grécia, Irlanda e Itália participam no projeto, através da criação de centros de competências em Compras Públicas de Inovação, assegurando a partilha de conhecimento e a replicação de boas práticas em toda a Europa.

 

 

Uma nova era para o transporte público no Porto

 

Com esta iniciativa, o Porto reforça a sua posição de vanguarda na inovação urbana, apostando em soluções inteligentes e ecológicas que poderão transformar o futuro da mobilidade metropolitana.


A integração dos autocarros autónomos na rede da STCP representa um passo decisivo rumo à cidade do futuro — mais sustentável, tecnológica e centrada nas pessoas.

 

 

📷 STCP
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