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Educação, Porto, Saúde

O i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto assinala uma década de atividade com uma forte aposta na medicina de precisão, uma abordagem inovadora baseada na genética de cada doente que poderá abrir caminho ao desenvolvimento de vacinas personalizadas contra o cancro.

 

Este centro de investigação de excelência do Norte do país une e consolida a colaboração de três institutos e investigadores de diversas faculdades da Universidade do Porto.

 

 

Medicina personalizada no centro da investigação

 

De acordo com o diretor do instituto, Claudio Sunkel, o futuro da medicina passa por tratamentos cada vez mais direcionados às características individuais de cada paciente.

 

“O cancro de cada pessoa é diferente, e não pode ser tratado da mesma forma. Quanto mais conhecemos as bases genéticas das doenças, melhor conseguimos adaptar os tratamentos”, explicou.

 

Esta abordagem, também conhecida como medicina genómica ou personalizada, tem vindo a ganhar destaque a nível global e é uma das principais áreas estratégicas do i3S para os próximos anos.

 

 

Vacinas contra o cancro e novas abordagens terapêuticas

 

Uma das linhas de investigação mais promissoras passa pelo desenvolvimento de soluções que estimulem o sistema imunitário de cada doente a combater o seu próprio cancro — um conceito que poderá evoluir para a criação de vacinas personalizadas.

 

Além da oncologia, a medicina de precisão está a ser aplicada a diversas patologias, reforçando o potencial desta abordagem para transformar o setor da saúde.

 

O instituto conta já com dois grandes projetos nesta área, com capacidade para posicionar Portugal na linha da frente da investigação científica internacional.

 

 

Bioimpressão: o futuro da investigação sem recurso a animais

 

Outra área em crescimento no i3S é a bioimpressão, uma tecnologia que permite replicar tecidos humanos em laboratório através de impressoras 3D.

 

Esta inovação possibilita o desenvolvimento de novos fármacos com recurso a amostras de doentes, reduzindo significativamente a necessidade de testes em animais e acelerando os processos de investigação.

 

 

Um polo de excelência no Porto com impacto global

 

Ao longo dos últimos 10 anos, o i3S afirmou-se como um dos principais centros de investigação em ciências da saúde em Portugal e na Europa, integrado na Universidade do Porto.

 

Os números refletem essa evolução:

 

  • Mais de 700 projetos de investigação financiados

  • Cerca de 175 milhões de euros em financiamento competitivo

  • Sete bolsas do Conselho Europeu de Investigação, que representam mais de 100 milhões de euros

  • Cerca de 500 doutoramentos concluídos

  • Aproximadamente 100 mil alunos envolvidos em iniciativas educativas

 

Atualmente, o instituto reúne mais de 1.300 profissionais de 39 nacionalidades e desenvolve mais de 300 projetos científicos.

 

 

Investigação de ponta em várias áreas da saúde

 

Entre os projetos em destaque estão investigações lideradas por Salomé Pinho, na área da doença de Crohn, Mónica Sousa, na regeneração do sistema nervoso, e Elsa Logarinho, no estudo do envelhecimento.

 

Estes trabalhos refletem a diversidade e o impacto da investigação desenvolvida no instituto, com potencial para melhorar a qualidade de vida e responder a alguns dos maiores desafios da medicina contemporânea.

 

 

Um “super instituto” que nasceu no Porto

 

O i3S foi inaugurado a 19 de maio, resultando da fusão de três centros de investigação de referência: o Instituto de Biologia Molecular e Celular, o Instituto Nacional de Engenharia Biomédica e o Instituto de Patologia e Imunologia Molecular.

 

Para acolher este projeto, foi construído de raiz um edifício no polo universitário da Asprela, no Porto, com cerca de 18 mil metros quadrados, num investimento de 21,5 milhões de euros, maioritariamente financiado por fundos comunitários.

 

Dez anos depois, o i3S afirma-se como um verdadeiro motor de inovação científica, contribuindo para posicionar o Porto como um dos principais centros de investigação em saúde na Europa.

 

 

📷 i3s

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Mobilidade, Porto

O período experimental gratuito do metroBus, sistema de transporte que liga a zona da Casa da Música à Praça do Império, vai ser prolongado até ao próximo dia 19 de abril, com o arranque da operação comercial regular agendado para 20 de abril.

 

A decisão foi anunciada pela Metro do Porto, em articulação com a STCP, a Câmara Municipal do Porto e o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

 

 

Período gratuito permite otimizar o serviço

 

Durante as próximas semanas, o prolongamento do regime gratuito permitirá continuar a afinar vários sistemas essenciais ao funcionamento do metroBus. Entre as melhorias em curso estão os sistemas de informação ao público, como os tempos de espera em tempo real, avisos sonoros nas estações e informação disponibilizada a bordo dos veículos.

 

O objetivo passa por garantir que, no início da operação comercial, o serviço esteja totalmente funcional e com todas as ferramentas ativas para uma experiência mais eficiente e intuitiva para os utilizadores.

 

 

Procura elevada e níveis de satisfação positivos

 

Desde o arranque da fase experimental, a 28 de fevereiro, o metroBus tem registado uma adesão significativa por parte da população. Em média, são realizadas mais de seis mil viagens diárias nesta ligação entre a Casa da Música e a Praça do Império.

 

Os indicadores de satisfação também revelam resultados bastante positivos. Com base em mais de três mil inquéritos realizados junto dos passageiros, o serviço obteve uma classificação média de 8,7 em 10.

 

Em termos operacionais, o tempo médio de viagem situa-se nos 12 minutos e meio, um valor competitivo que reforça a atratividade do transporte público face ao automóvel.

 

 

Uma alternativa sustentável na mobilidade urbana

 

O metroBus, baseado num sistema de Bus Rapid Transit (BRT), utiliza veículos a hidrogénio e percorre as avenidas da Boavista e Marechal Gomes da Costa, combinando troços com via dedicada e outros em partilha com o trânsito rodoviário.

 

Este novo modelo de mobilidade tem contribuído para a redução do uso do transporte individual naquela zona da cidade, promovendo uma alternativa mais sustentável e eficiente.

 

 

Expansão prevista e investimento estratégico

 

Para já, o serviço funciona apenas entre a Casa da Música e a Praça do Império, ficando ainda por concluir a extensão até à zona da Anémona, em Matosinhos, atualmente em fase de obra.

 

O projeto global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros e integra uma estratégia mais ampla de transformação da mobilidade urbana na Área Metropolitana do Porto.

 

De acordo com as previsões, a linha poderá atingir um potencial de 7,4 milhões de passageiros anuais até 2027, consolidando-se como um dos principais eixos de transporte da cidade.

 

 

📷 Metro do Porto

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Ambiente, Eventos, Matosinhos

O Município de Matosinhos voltou a destacar-se a nível internacional ao alcançar, pelo segundo ano consecutivo, a classificação máxima “A” do Carbon Disclosure Project (CDP), no âmbito dos CDP Europe Awards. A distinção reforça o posicionamento do concelho como uma referência europeia nas políticas de sustentabilidade e ação climática.

 

A cerimónia decorreu em Paris, no Pavillon Gabriel, reunindo cerca de 350 representantes de cidades, empresas, instituições financeiras e decisores públicos europeus, no contexto das comemorações dos 25 anos do CDP.

 

A classificação “A” representa o mais elevado nível de desempenho atribuído pela organização, reconhecendo a ambição, consistência e eficácia das estratégias locais de mitigação e adaptação às alterações climáticas.

 

 

Trabalho contínuo e estratégia consolidada

 

A presidente da Câmara Municipal, Luísa Salgueiro, sublinhou que este reconhecimento resulta de um trabalho estruturado desenvolvido ao longo de mais de uma década, com o apoio técnico da Agência de Energia do Porto, responsável pelo acompanhamento metodológico e pela elaboração do inventário de emissões do concelho.

 

Segundo a autarca, integrar novamente a “A List” do CDP é simultaneamente uma distinção e uma responsabilidade acrescida: manter a consistência, não recuar nos progressos alcançados e acelerar a transição para um território mais resiliente e sustentável.

 

 

Participação europeia e envolvimento dos cidadãos

 

O reconhecimento internacional foi também reforçado pela participação no evento European Climate Pact Annual Event 2026 – Together in Action, que decorreu entre 23 e 25 de março, em Bruxelas, na Comissão Europeia.

 

Luísa Salgueiro participou como oradora na sessão “Citizens and municipalities co-designing our future”, onde apresentou Matosinhos como um caso de referência na promoção da participação cidadã na ação climática.

 

Durante a intervenção, destacou iniciativas como o Civic Lab for the Climate Transition, o projeto MOVES IT e o programa BluAct, focado no empreendedorismo azul e na promoção de soluções sustentáveis ligadas à economia do mar.

 

 

Transparência e inovação como pilares

 

A autarca sublinhou ainda o papel central dos cidadãos na construção de políticas públicas mais eficazes, defendendo que o envolvimento ativo da população contribui para decisões mais informadas, reforça a confiança institucional e aumenta o impacto das medidas implementadas.

 

Foi também destacada a importância da transparência e do diálogo em processos estruturantes, como a discussão sobre o futuro do Porto de Leixões, salientando que grandes decisões urbanas exigem participação informada e construção coletiva.

 

 

Matosinhos como referência internacional

 

A presença da autarca neste encontro europeu decorre também das suas funções como membro do Conselho Político Europeu do Pacto de Autarcas e Embaixadora do Pacto Climático Europeu, reforçando o posicionamento de Matosinhos como referência internacional nas áreas da ação climática, inovação urbana e participação cidadã.

 

 

📷 Câmara Municipal de Matosinhos

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Inovação, Porto, Saúde

A Unidade Local de Saúde de São João, no Porto, realizou a primeira cirurgia totalmente robótica para correção de escoliose em Portugal, num procedimento inovador que marca um avanço significativo na cirurgia da coluna vertebral.

 

A intervenção recorreu a um sistema robótico de última geração que permitiu planear e executar, com elevada precisão, a colocação de implantes na coluna vertebral. Toda a cirurgia, desde o planeamento até à execução, foi realizada com suporte robótico, garantindo maior rigor técnico e segurança durante o procedimento.

 

Segundo a equipa médica, esta abordagem aumenta a precisão na colocação dos parafusos, reduz a exposição à radiação intraoperatória e contribui para uma cirurgia potencialmente mais segura, com menor risco de complicações.

 

 

Benefícios para o adolescente e para a prática médica

 

A escoliose em idade adolescente exige extrema precisão devido à proximidade da medula espinal e de estruturas nervosas sensíveis. A tecnologia robótica representa, assim, uma mais-valia na redução de riscos e complicações, ao mesmo tempo que permite uma recuperação mais rápida e com menor impacto para o paciente.

 

São João reforça posição de referência

 

Com este procedimento pioneiro, o Hospital de São João consolida a sua posição como referência nacional na cirurgia da coluna vertebral, incorporando inovação tecnológica para melhorar os resultados clínicos e a segurança de utentes e profissionais.

 

 

📷 Hospital São João

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Economia, Mobilidade, Porto, Top

Entrou hoje em funcionamento o novo sistema de transporte público metroBus, que passa a ligar a Casa da Música, na Avenida da Boavista, à Praça do Império, numa extensão de cerca de quatro quilómetros.

 

Numa fase inicial de arranque, e até ao final do mês de março, o serviço será gratuito, permitindo à população experimentar este novo meio de transporte e adaptar-se ao seu funcionamento antes do início oficial da operação comercial, marcado para 1 de abril.

 

 

Frequência e horários adaptados à procura

 

O metroBus apresenta uma operação ajustada aos períodos de maior movimento da cidade. Durante as horas de ponta — entre as 07h00 e as 10h00 e das 17h00 às 20h00 — os veículos circulam com uma frequência de 10 minutos.

 

Fora destes períodos, incluindo fins de semana e feriados, o intervalo entre viagens é de 15 minutos. Nesta fase inicial, o serviço funciona diariamente entre as 06h30 e as 22h00.

 

 

Sete estações ao longo da Boavista

 

O percurso do metroBus serve as principais artérias da zona ocidental da cidade, nomeadamente a Avenida da Boavista e a Avenida Marechal Gomes da Costa, integrando um total de sete estações:

 

  • Casa da Música

  • Guerra Junqueiro

  • Bessa

  • Pinheiro Manso

  • Serralves

  • João de Barros

  • Império

 

Esta nova ligação vem reforçar a mobilidade numa das zonas mais movimentadas do Porto, facilitando o acesso a pontos estratégicos da cidade.

 

 

Mobilidade mais rápida e sustentável

 

Para além da componente ambiental, um dos principais objetivos do metroBus passa por reduzir os tempos de viagem e melhorar a fluidez do transporte público.

 

Parte do trajeto conta com canal exclusivo, permitindo uma circulação mais eficiente. No entanto, em algumas zonas, como na Avenida Marechal Gomes da Costa, os veículos partilham a via com o trânsito automóvel.

 

Segundo o Diretor das Operações do Metro, o sistema será apoiado por uma gestão semafórica inteligente, que permitirá “garantir uma circulação eficaz, tanto para o transporte público como para o trânsito rodoviário”.

 

 

Projeto financiado e expansão já em curso

 

Numa fase inicial, os veículos serão abastecidos num posto provisório em São Roque da Lameira, no Porto.

 

O projeto do metroBus não se ficará por esta primeira ligação. Está já prevista uma segunda fase, que irá estender o percurso entre a Casa da Música e a Anémona, em Matosinhos, com conclusão apontada para agosto.

 

A implementação global representa um investimento de cerca de 76 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pelo Fundo Ambiental e pelo Orçamento do Estado.

 

 

Um novo capítulo na mobilidade do Porto

 

Com o arranque do metroBus, o Porto dá mais um passo na modernização da sua rede de transportes, apostando em soluções mais sustentáveis, eficientes e adaptadas às necessidades urbanas.


A fase gratuita permitirá testar o sistema em contexto real, preparando o caminho para uma integração plena na rotina dos portuenses já a partir de abril.

 

 

📷 República Portuguesa

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Cultura, Eventos, Matosinhos

O icónico festival MEO Marés Vivas entra numa nova era em 2026. A partir deste ano, o evento passa a designar-se MEO Marés e muda-se para uma nova localização: a Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, no concelho de Matosinhos.

 

A próxima edição está marcada para os dias 17, 18 e 19 de julho de 2026, prometendo um novo capítulo na história de um dos maiores festivais de música do norte do país.

 

 

Nova identidade e nova casa à beira-mar

 

As novidades foram apresentadas no dia 4 de fevereiro, numa conferência de imprensa que confirmou uma transformação profunda no festival. Além da mudança de nome, o evento abandona definitivamente Vila Nova de Gaia, onde se realizou durante vários anos, para ganhar nova vida em território matosinhense.

 

A nova localização, junto ao mar, pretende oferecer melhores condições logísticas, maior capacidade de acolhimento e uma experiência diferenciadora para o público.

 

 

Da Weasel são a primeira confirmação

 

A primeira confirmação para o cartaz de 2026 são os Da Weasel, que sobem ao palco no dia 17 de julho com um espetáculo especial e inédito.

 

A banda será acompanhada por uma orquestra dirigida pelo maestro Rui Massena, recuperando o conceito de “Da Weasel Goes Symphonic”, apresentado há duas décadas junto à Torre de Belém, em Lisboa.

 

 

Um espetáculo dividido em três atos

 

O concerto preparado para o MEO Marés 2026 promete ser memorável, com uma estrutura dividida em três atos e um alinhamento renovado.

 

Segundo a organização, o espetáculo conduzirá o público por uma viagem intensa, que percorre:

 

  • Os maiores sucessos da banda;

  • Temas mais pesados e marcantes do seu repertório;

  • Novas abordagens musicais com acompanhamento orquestral.

 

Os arranjos mantêm a assinatura original de Rui Massena, e há ainda a promessa de estreia de um tema ao vivo.

 

O vocalista Carlão recorda a importância deste tipo de momentos na carreira da banda, sublinhando que o concerto sinfónico em Belém permanece como um dos episódios mais marcantes da sua trajetória.

 

 

Saída de Gaia marcada por polémica

 

A mudança do festival para Matosinhos não aconteceu sem controvérsia. O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes, confirmou a saída do evento do concelho, deixando críticas à organização.

 

O autarca referiu divergências quanto à localização do festival dentro do município e revelou que foram sugeridas alternativas no interior do concelho, que não chegaram a acordo com os promotores.

 

Apesar disso, garantiu não existir oposição à mudança para Matosinhos, destacando a boa relação institucional com a autarquia vizinha liderada por Luísa Salgueiro.

 

 

Um novo ciclo para um festival de referência

 

Com uma nova identidade, nova localização e promessas de inovação, o MEO Marés 2026 marca o início de um novo ciclo para um festival que continua a afirmar-se como referência no panorama musical nacional.

 

Para já, o cartaz ainda está em construção, mas a organização já deixou no ar a promessa: “Vem aí uma nova maré”.

 

 
📷 MEO Marés

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Agenda, Cultura, Eventos, Porto

O Primavera Sound Porto decorre entre os dias 11 e 14 de junho no Parque da Cidade do Porto.

 

Com um total de 55 artistas, o festival volta a afirmar-se como um dos principais eventos musicais da Europa, combinando nomes consagrados com propostas emergentes, numa curadoria que cruza estilos, gerações e geografias.

 

 

Três grandes cabeças-de-cartaz e um dia extra dedicado à eletrónica

 

A edição de 2026 será liderada por três nomes de peso da música internacional:

  • The xx sobem ao palco no dia 11 de junho;

  • Gorillaz assumem o protagonismo a 12 de junho;

  • Massive Attack encerram o alinhamento principal a 13 de junho.

 

O festival conta ainda com um dia extra, a 14 de junho, dedicado a sonoridades eletrónicas, com destaque para Peggy Gou, Dixon, Xinobi e SuM.

 

 

Um cartaz que celebra o passado e aponta ao futuro

 

A organização apresentou o alinhamento através de um vídeo produzido pela Vampire Films e pela VETA, que reflete a identidade do festival: uma fusão entre reencontros aguardados e novas apostas artísticas.

 

Desde a sua origem em Barcelona, em 2001, o Primavera Sound tem vindo a consolidar-se como um evento de referência mundial. No Porto, onde chega à sua 13.ª edição, o festival mantém-se como um ponto de equilíbrio entre a herança do original e uma identidade própria cada vez mais afirmada.

 

 

Bilhetes já disponíveis

 

Os bilhetes para o Primavera Sound Porto 2026 já se encontram à venda:

 

  • Passe geral (4 dias): 180€

  • Bilhete diário (11, 12 e 13 de junho): 75€

  • Bilhete para 14 de junho: 40€

  • Passe VIP (4 dias): 275€

  • Bilhete VIP diário (11, 12 e 13): 135€

 

 

Cartaz completo por dia

 

11 de junho

The xx, Big Thief, Ethel Cain, Kneecap, Oklou, Rusowsky, Nation of Language, Capicua, Gelli Haha, PAUS, Texas Is the Reason, Agriculture, Emmy Curl, Inês Marques Lucas, The New Eves, Ninajirachi, Vaiapraia

 

12 de junho

Gorillaz, Slowdive, Viagra Boys, Bad Gyal, Black Country, New Road, Panda Bear, Baxter Dury, Gisela João, Joey Valence & Brae, Mari Froes, Mark William Lewis, Melt-Banana, Water From Your Eyes, Annahstasia, Bestia Bebé, Buscabulla, Rita Vian

 

13 de junho

Massive Attack, Idles, Dijon, Jade, Amaarae, Fakemink, Sudan Archives, Yard Act, Criolo, Amaro & Dino, Model/Actriz, MXGPU, Napa, Smerz, Aiko El Grupo, Duquesa, The Sophs, Triángulo de Amor Bizarro

 

14 de junho

Peggy Gou, Dixon, Xinobi, SuM

 

 

Porto volta a ser palco de um dos maiores festivais europeus

 

Com o regresso ao Parque da Cidade, o Primavera Sound Porto reforça o seu estatuto como um dos eventos culturais mais relevantes do país, atraindo milhares de visitantes nacionais e internacionais.

 

A edição de 2026 promete, mais uma vez, transformar a cidade num verdadeiro epicentro musical, onde a diversidade sonora e a inovação artística se encontram num ambiente único.

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Agenda, Desporto, Eventos, Porto

A cidade do Porto vai receber, entre os dias 6 e 8 de novembro de 2026, a European Running Business Conference 2026, um dos mais relevantes eventos internacionais dedicados à indústria da corrida.

 

O encontro promete reunir especialistas, empresas e entusiastas de todo o mundo, transformando a Invicta no epicentro global da inovação no running durante três dias.

 

 

Um evento que liga inovação, negócio e desporto

 

A ERBC 2026 apresenta um programa diversificado, que inclui palestras de vanguarda, workshops interativos e apresentações de soluções inovadoras desenvolvidas por líderes globais do setor.

 

O objetivo é claro: debater o presente e moldar o futuro da indústria da corrida, explorando tendências, tecnologia e novas abordagens à organização de eventos e experiências desportivas.

 

 

Um ponto de encontro global para profissionais e entusiastas

 

O evento vai reunir uma comunidade internacional composta por:

 

  • Organizadores de corridas e eventos desportivos

  • Federações e entidades oficiais

  • Empresas tecnológicas e startups

  • Especialistas em marketing e comunicação

  • Influenciadores da área do desporto

  • Amantes da corrida de todo o mundo

 

Quer se trate de profissionais experientes ou de novos participantes no setor, a ERBC 2026 posiciona-se como um espaço inclusivo de partilha, networking e aprendizagem.

 

 

Porto no centro da transformação do running

 

Mais do que um evento, a ERBC 2026 pretende ser um catalisador de mudança na forma como o running é pensado, organizado e vivido.

 

Os participantes terão a oportunidade de:

 

  • Conhecer tecnologias disruptivas aplicadas ao desporto;

  • Trocar ideias e experiências com líderes internacionais;

  • Descobrir estratégias inovadoras para eventos e negócios;

  • Criar novas parcerias num ambiente global e dinâmico.

 

A escolha do Porto como cidade anfitriã reforça o seu posicionamento como destino de excelência para eventos internacionais, combinando infraestruturas modernas, dinamismo empresarial e uma forte identidade cultural.

 

 

Uma experiência onde o negócio encontra a cultura

 

Além da vertente profissional, a ERBC 2026 permitirá aos participantes descobrir o melhor que o Porto tem para oferecer — desde a sua riqueza histórica e cultural até à sua reconhecida hospitalidade.

 

Num cenário único, onde tradição e inovação coexistem, o evento promete proporcionar uma experiência completa, onde o networking e o conhecimento se cruzam com a vivência da cidade.

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Cultura, Eventos, Maia, Top

O North Festival regressa em 2026 para celebrar a sua sétima edição, prometendo uma experiência “mais marcante e inovadora do que nunca”. O evento, conhecido pelo seu ambiente urbano e contemporâneo, vai estrear-se num novo palco — a Cidade Desportiva da Maia — onde decorrerá nos dias 5, 6 e 7 de junho.

A primeira confirmação não deixa margem para dúvidas sobre a ambição desta edição: The Cure são o primeiro nome anunciado e sobem ao palco no dia 7 de junho. A lendária banda britânica, liderada por Robert Smith, promete uma atuação memorável, revisitando clássicos que atravessaram gerações como “Boys Don’t Cry”, “Just Like Heaven”, “A Forest”, “Lullaby” e “Friday I’m in Love”.
Com quase 50 anos de carreira, o grupo mantém-se como uma das forças mais influentes da música alternativa, reconhecido pela sua estética inconfundível e intensidade ao vivo.


Um novo palco, uma nova era

A mudança para a Maia representa o início de uma nova fase para o festival, que aposta em melhores condições logísticas, maior capacidade e acessibilidade reforçada. O recinto principal será instalado no Estádio da Cidade Desportiva da Maia, com ligação direta ao Parque da Cidade, criando uma envolvente única entre natureza e música.

“O crescimento do North Festival é fruto da ligação que criamos com o nosso público. Queremos elevar o patamar a cada edição, mantendo a identidade que nos define – a autenticidade e a transversalidade do Norte”, afirma Jorge Veloso, diretor da promotora Vibes & Beats, em declarações ao Jornal de Notícias.

A localização estratégica garante um acesso facilitado: o recinto fica a 4 minutos de várias paragens de autocarro, 13 minutos da estação de metro mais próxima, 10 minutos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e a apenas 20 minutos do centro do Porto.


Novidades e aposta na música portuguesa

Entre as novidades da edição de 2026 está a estreia do Palco “JN Rock à Moda do Porto”, totalmente dedicado à música portuguesa e, em especial, aos artistas do Norte. Este novo palco junta-se à programação principal, reforçando o compromisso do festival com a diversidade musical e com o talento nacional.

O Palco Sunset também regressa, agora com uma nova energia, prometendo prolongar a festa antes e depois dos concertos principais, com DJ sets e atuações vibrantes.

Os bilhetes para o North Festival 2026 estarão brevemente disponíveis no site oficial northmusicfestival.com e nos pontos de venda habituais.


📷 CultureMap Houston

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Ambiente, Porto, Urbanismo

O jardim que ocupa o centro da Praça da República, no Porto, oficialmente nomeado como Jardim de Teófilo Braga, reabriu hoje ao público, após cerca de 1,3 milhões de euros de investimento e mais de um ano de obras.

 

 

Obra e cronologia

 

Segundo a autarquia portuense, a empreitada tinha arrancado “há um ano e um mês” antes da abertura. As vedações metálicas que encerravam o espaço público foram retiradas no início de outubro, permitindo aos cidadãos redescobrir o jardim que já serviu como campo militar e local de exercício das tropas. Em agosto, o município já tinha apontado o final desse mês como prazo para conclusão da obra, mas não adiantou uma data de reabertura.

 

 

As novidades do espaço

 

A reabilitação inclui uma série de melhorias que visam tornar o jardim mais verde, mais acessível e mais funcional. Entre os destaques:

 

  • Plantação de mais de 13 000 arbustos e de mais de 200 novas árvores, aumentando significativamente a área dedicada aos espaços verdes.

 

  • Substituição dos antigos caminhos em areia por pavimento em granito, renovação das redes de rega, drenagem e iluminação pública.

 

  • Instalação de novo mobiliário urbano — bancos de madeira, bebedouros, papeleiras e melhoria das zonas de permanência para famílias e residentes.

 

  • Reposicionamento de estátuas históricas do jardim, como a escultura “Baco”, a estátua do General Pires Veloso e do Padre Américo, e devolução da escultura “Rapto de Ganimedes” à praça.

 

 

Resgate da memória e estrutura histórica

 

O projeto de requalificação procurou respeitar a história do local. O jardim está assente sobre um traçado linear, simétrico e centralizado, que remonta ao antigo campo militar de 1909, aproveitado para exercícios de tropas. A autoria do projeto de paisagismo é da docente Teresa Portela Marques, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP).

 

 

Impacto urbano e opinião pública

 

A reabertura do jardim devolve à cidade um dos seus espaços verdes mais simbólicos. Localizado no coração do Porto, a nova configuração pretende favorecer o lazer, o convívio e a permanência no local. No entanto, algumas vozes da comunidade já sublinham que ainda “faltam sombras” para os dias mais quentes.

 

 

A importância para a cidade

 

Enquanto local de memória, ligado à Revolta de 31 de Janeiro de 1891 e à história militar da praça, e ao mesmo tempo a pulmão verde contemporâneo, o Jardim de Teófilo Braga assume uma dupla função: cultural e ambiental. A reabilitação não só melhora a qualidade da paisagem urbana mas também reforça o papel dos espaços públicos no bem-estar dos habitantes do Porto.

 

 

📷 GO Porto
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